Em resposta a um dos piores desastres naturais da história do Brasil, o Banco Mundial disponibilizou a sua experiência em gestão de catástrofes e recursos para apoiar os esforços de recuperação e proporcionar um meio ambiente seguro para milhares de famílias afetadas no Estado do Rio de Janeiro.
O Banco Mundial está negociando um empréstimo de US$485 milhões ao governo do Rio de Janeiro para as iniciativas de reconstrução e prevenção de desastres naturais após os devastadores deslizamento ocorridos, afirmaram os diretores da instituição.
A maior parte do empréstimo será disponibilizada em breve, e também haverá remanejamento e liberação de recursos adicionais de projetos existentes, visando a contribuir imediatamente com a atuação emergencial do Estado, disse o diretor Makhtar Diop.
“Esperamos que a primeira parte do empréstimo, no valor de US$290 milhões, seja aprovada já nas próximas semanas”, salientou Diop. “Enquanto isso,” acrescentou, “o Banco realocou US$20 milhões de um financiamento destinado ao Projeto Rio Rural para as ações estaduais de emergência e liberou os recursos de outro financiamento aprovado recentemente, o Pró-Gestão, de US$ 18,7 milhões, para contribuir para as necessidades imediatas da administração pública.”
“Além disso, um empréstimo de assistência técnica no valor de US$30 milhões está sendo preparado com o objetivo de ajudar a fortalecer a capacidade institucional do Estado para planejar e responder a esses tipos de eventos”, observou Diop.
Os novos recursos apoiarão o plano para realocar as famílias que vivem nas áreas de risco e construir novas moradias para os desabrigados pelos desabamentos das encostas. Acrescentaram ainda que o novo financiamento também será utilizado no treinamento em gestão de risco de desastres naturais.
“Vamos reconstruir as cidades afetadas e remover as famílias que ainda se encontram nas áreas de risco”, afirmou Régis Fichner, chefe da Casa Civil do governo do Estado do Rio de Janeiro.
O apoio do Banco está alinhado à nova parceria estratégica da instituição com o Brasil, atualmente em elaboração. “A prevenção e a redução dos desastres naturais serão componentes fundamentais da nova parceria, já que os eventos climáticos extremos se tornam mais frequentes e testam a capacidade dos governos para enfrentá-los”, afirmou Diop.
“Com o aumento da incidência de catástrofes associadas às mudanças climáticas, é necessário fortalecer o vínculo entre infraestrutura e redução da pobreza, alterações no clima e desenvolvimento sustentável”, acrescentou.
Empresa israelense cria dispositivos que purificam até água de esgoto
Uma empresa israelense desenvolveu dispositivos para purificar água de qualquer fonte, mesmo a contaminada, proveniente do esgoto ou da urina. Um desses dispositivos é um tablete de cloro compacto de uso individual, o Sulis Personal Purification Device (PPD), que pode ser encaixado em garrafas comuns, torneiras e tanques.
O PPDs trata contaminantes orgânicos, biológicos e químicos; uma unidade pode purificar até 700 litros e tem uma vida útil de seis meses. Outros dois dispositivos, o Sistema de Purificação Sokol 1 e o Sokol Alert, são “travesseiros de água” projetados para tratar grandes quantidades de água (até 11 mil litros cada um), podendo ser facilmente transportados em caminhões basculantes.
“Estamos aptos a fornecer água de alta qualidade em todas as circunstâncias, inclusive grandes catástrofes”, diz Yossie Sandac, CEO e co-fundador da WaterSheer. “Em Taiwan, nossos produtos já estavam em campo 48 horas depois de um grave terremoto em 2009”, completa.
A Watersheer está se preparando para trabalhar em planos de contingência para as Olimpíadas de 2016 no Brasil.
Mais informações através do link:
www.israel21c.org/environment

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