
A partir do dia 10 de julho, a Rua Pdre Chagas, de Porto Alegre, contará com uma grife de estilo e conceito inovador. É a Bag for Life, da empresária Iva Maria Cardinal. O universo da BFL são bolsas maxi, confeccionadas a partir de matérias-primas ecofriendly, ou seja, resíduos reaproveitáveis, como lona de outdoor e frontlight, fibras de algodão e bananeira, resíduo de couro proveniente das indústrias calçadista e moveleira, lonas de barco e tecidos feitos a partir de garrafas PET recicladas.
A preocupação com o meio ambiente não foi o único elemento motivador para a criação da BFL. As peças trazem um comprometimento efetivo com a comunidade. A cada bolsa comercializada, uma árvore é plantada no município de Maquiné, no Rio Grande do Sul, através da parceria com a HBA Agroindústria, em prol da renovação da Mata Atlântica. As embalagens das bolsas são confeccionadas por uma cooperativa de costureiras (Univens – Cooperativa de Costureiras Unidas Venceremos), ligada ao movimento Justa Trama.
A BFL dispõe de várias coleções:entre elas a Tudo se Transforma, inspirada na frase: “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Aqui, são utilizadas as garrafas PET. Para cada dois metros lineares de tecido PET, são reutilizadas 25 garrafas de dois litros. A Exmidia é confeccionada a partir de lona utilizada em mídia externa (frontlight e outdoor). Cada modelo de bolsa é marcado por exclusividade, uma vez que os grafismos e padronagens são cortados de formas diferentes em cada exemplar, conferindo, desta forma, individualidade ao produto.
As coleções são limitadas e numeradas. Cada bolsa é acompanhada de uma TAG, com um número único, impresso em papel moeda, e com itens de segurança. Os metais com a marca Bag for Life recebem banho níquel free, que, além de antialérgico, é menos poluente que os demais acabamentos.
A loja projetada pela arquiteta Cristina Borges, também traduz o conceito de sustentabilidade da marca: É a primeira no Estado com iluminação total por LEDs, os móveis são feitos a partir de madeira de demolição (W3) e a pintura com tinta à base de água e corantes minerais, essa preocupação retrata a intenção de apresentar ao cliente o conceito de sustentabilidade integrada ao estilo Bag For Life, onde desde o papel higiênico, passando pelo papel reciclado do escritório até o material de limpeza – detergente livre de petroquímico com ingredientes vegetais, e outros detalhes foram projetados para que, ao entrar na loja, o cliente perceba o diferencial.
Cesan testa equipamento que economiza até 90% de energia elétrica
As bombas elevatórias de água e de esgoto operadas pela Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan) poderão ter seu consumo de energia elétrica reduzido em até 90%. O equipamento – um inversosr de frequência – foi apresentado no seminário intergerencial organizado pela Gerência Operacional Sul da Cesan, na manhã desta quinta-feira (03/07), no Centro de Formação Martim Lutero, em Vitória.
Segundo o diretor de Operação do Interior da Cesan, Carlos Fernando Martinelli, o gasto com energia elétrica é um dos custos mais altos da Cesan. Segundo o técnico em eletromecânica Cloves Mariani, uma elevatória de esgoto bruto, em Santa Maria de Jetibá, que apresentava consumo médio de 1.500 kw por mês, passou a consumir menos de 100 kw/mês após a instalação do equipamento.
Outras ações da Cesan para a redução do consumo de energia foram apresentadas no seminário. É o caso das melhorias realizadas na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Venda Nova do Imigrante, em janeiro deste ano. Foram investidos R$ 1,8 milhão na construção de redes, reservatórios e ampliação da capacidade de produção. Após as obras, foi possível desativar seis elevatórias de diversas potências, que eram necessárias para bombear água para partes mais altas da cidade.

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