Especialista vê prejuízos das mudanças climáticas na economia

Secas, incêndios e inundações se intensificam no mundo todo.

As mudanças climáticas, numa análise macroeconômica, são consideradas como o principal fator de risco para a economia mundial, devendo acarretar até 2012, movimentações financeiras diretas e anuais da ordem de mais de US$ 200 bilhões. Grande parte em prejuízos decorrentes de indenizações em seguros e adequações às políticas nacionais de cada país no controle de emissões de gases de efeito-estufa. Por outro lado, empresas se aproveitarão dessa ‘onda verde’ para gerar receita”, afirma Porto Araújo.

Segundo ele, cada vez mais se avaliam as prováveis conseqüências geopolíticas das mudanças climáticas. “Não é exagero supor que o clima poderá se tornar ponto primordial de todas as questões relacionadas com a segurança e soberania das nações. Os governos, os ambientalistas e as empresas já sabem dos amplos efeitos negativos dessas mudanças, só discutem “quando” e exatamente “como” eles se darão e calculam ainda o “quanto” de investimentos serão necessários”, completa.

Porto Araújo também relaciona alguns setores que se beneficiarão com oportunidades criadas a partir dos problemas climáticos no mundo. A agropecuária, com a produção de biodiversidade; construbusiness, com projetos arquitetônicos ambientalmente ecológicos, eco vilas, agrociclos; mercado automobilístico, com produção de biodiesel; negócios verdes, como áreas de preservação, ecoturismo etc; comércio de créditos de carbono; energias renováveis como eólica, PCHs, biomassas; entre muitos outros.

Campanha de economia

A Roca Brasil completou 18 meses de realização da Campanha “Lata D’água”, que tem como objetivo conscientizar os consumidores para o uso racional da água. A Campanha destaca dicas sobre hábitos que ajudam na economia de água durante o dia-a-dia e a indicação de produtos sanitários projetados para baixo consumo de água.

Um exemplo são as bacias sanitárias Incepa e Celite, que podem proporcionar economia de até 60% no consumo, uma vez que utilizam até 6,8 litros de água por descarga, quando as bacias antigas podem gastar mais de 18 litros por acionamento.

Com a assinatura “Use melhor a cabeça. Economize água”, a Campanha “Lata D’água” foi desenvolvida pela agência Sell Propaganda e Publicidade e conta com anúncio para mídia impressa e material em PDV: displays em formatos de baldes, banners, testeiras de expositores e um folheto educativo com informações sobre a escassez de água no mundo e os hábitos que contribuem para a sua economia durante a utilização doméstica. O material vem sendo divulgado e distribuído nas principais lojas de materiais de construção do país.

Vem aí a norma da ABNT sobre efeito-estufa

Terminou em 28/02/2007 a consulta pública da nova Norma da ABNT da família ISO 14000: NBR ISO 14064. Ela trata dos Gases que causam o efeito-estufa, e é uma resposta ao aquecimento global, conseqüência dos gases roduzidos pela queima de carvão, derivados de petróleo e florestas.

A NBR ISO 14064 será publicada em três partes e define critérios do inventário de gases de efeito-estufa e a elaboração de relatórios de emissões e remoções de gases de efeito-estufa (parte 1), as atividades para reduzir as emissões ou ampliar as remoções de gases de efeito-estufa, gerenciamento das informações e monitoramento (parte 2) e validação e verificação das declarações relativas a gases de efeito-estufa (parte 3).

Os principais benefícios da NBR ISO 14064 são garantir a consistência e a credibilidade de um Programa de Gerenciamento de Gases de Efeito-Estufa e a compatibilidade com requisitos externos como os mecanismos do Protocolo de Quioto (Mecanismos de Desenvolvimento Limpo). Desta forma, consegue-se maior confiança do investidor e facilita a comercialização dos créditos de carbono.

Fonte: Demartini Ambiental

O que é uma empresa amiga do meio ambiente?

► Não ter sido condenada por crimes ambientais.

►Comprometer-se em Reduzir, Reciclar e Reutilizar.

►Fornecer coletores e correta destinação para os resíduos orgânicos, plásticos, papel, metal e vidro.

►Não empregar menores de 16 anos, salvo na condição de aprendizes e somente a partir de 14 anos.

►Incentivar e auxiliar os funcionários, dando condições a eles de ampliar conhecimentos na área sócio-ambiental, bem como de participar de serviços, projetos e programas sócio-ambientais.

►Estimular o consumo consciente e o respeito à diversidade.

►Incentivar ações que permitam a inclusão de deficientes na sociedade.

►Divulgar as ações socioambientais realizadas.

►Informar seus fornecedores através de instrumento legal que em casos de denúncias comprovadas de crime ambiental ou utilização de trabalho infantil causará quebra de relação comercial.

►Buscar conhecer os incentivos governamentais concedidos à pessoa jurídica e aplicá-los em benefício da sociedade.

Fonte: www.cnda.org.br

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