
Uma série de quatro anúncios chamando a atenção para a importância e necessidade de preservação dos mananciais hídricos brasileiros faz parte da campanha institucional que o Instituto Brasileiro de Estudos e Ações em Saneamento Ambiental (Ibeasa) está lançando através da Aguaonline.
As peças foram criadas pela Agência Novacentro, de Porto Alegre, e fazem parte de uma proposta de utilizar os recursos da publicidade e propaganda para alertar a população para temas como a necessidade uma ação conjunta da soceidade e dos governos para a recuperação dos rios brasileiros.
“A falta de tratamento dos esgotos domésticos e de uma disposição adequada do lixo estão entre as principais causas da degradação dos mananciais brasileiros. Mas nem sempre a população percebe que esta ausência de saneamento é também responsabilidade de cada de um nós que, em última análise, somos os produtores deste lixo e dos esgotos” diz a presidente do Ibeasa, a jornalista Cecy Oliveira. Ela acrescenta que a idéia é dar uma sacudida nas pessoas para que percebam que esses mananciais degradados são, ao mesmo tempo, as fontes de captação da água potável disponível em suas residências.
Para a a equipe de criação da Agência Novacentro, chefiada por Marcelo Firpo, foi um desafio tratar a questão ambiental como um produto. A equipe já havia conquistado um prêmio no Salão da Propaganda do Rio Grande do Sul com o cartaz alertando para os cuidados com a água. A peça – reproduzida na capa da Aguaonline – representa uma mansão cercada de baldes e canecas na tentativa de coletar água da chuva e simbolizam o perigo da escassez.
Veja no arquivo abaixo a reprodução das peças que integram a campanha.
Apresentado o PNRH

O Brasil inicia a Década Mundial da Água (2005-2015), sugerida pela Organização das Nações Unidas (ONU), e aqui reforçada por decreto do presidente da República como a Década Brasileira da Água, com um Plano Nacional de Recursos Hídricos que objetiva gerenciar as demandas tendo a água como elemento estruturante para a execução de políticas setoriais, tendo como foco o desenvolvimento sustentável.
O governo brasileiro, ao construir o PNRH, cumpre uma das mais fundamentais determinações das Metas do Milênio e da Cúpula de Joanesburgo (Rio + 10), a dos países construírem seus “planos de gestão de água até 2005”.
Na etapa seguinte o texto do Plano Nacional de Águaso será submetido ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), instância máxima do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH) para sua apreciação e deliberação.
De acordo com o secretário nacional de Recursos Hídricos, João Bosco Senra, o plano nacional trará um diagnóstico regional e setorial sobre consumo e atuais conflitos pelo uso da água, abordando setores como de geração de energia, de saneamento e da agricultura. O documento apontará o potencial e o desperdício de água pela irrigação em uma determinada região, por exemplo. “Será ressaltada a necessidade de que essa atividade ocorra de forma mais racional, com novas tecnologias, para que não se agravem os conflitos”, disse. “O plano definirá como governos e demais setores deverão agir para assegurar água em quantidade e qualidade, no presente e futuro”, completou.
Mais detalhes: http://pnrh.cnrh-srh.gov.br
Parceria
A série de anúncios está à disposição dos meios de Comunicação e entidades que tiverem interesse na sua reprodução bastando um contato através do e-mail: ibeasa@aguaonline.com.br.

Livro
Atuação responsável e desenvolvimento sustentável é o novo livro de Sidney Grippi.
“Este livro reúne uma seqüência de crimes ambientais ocorridos em diversas partes do planeta, manchetes da primeira página de jornais e da mídia mundial. Como sempre, acabaram por cair no esquecimento e para muitos se tornaram apenas mais um fato de agressão ao meio ambiente, mais uma notícia e somente os diretamente envolvidos souberam de seu desdobramento e, em alguns casos, nem resultados finais existem para serem noticiados.
O autor relata com detalhes algumas agressões ao planeta e a seus habitantes, mostrando que a poluição não respeita a fronteira política entre os países e mostra que não basta mais cada um fazer a sua parte. Atualmente, é imperativo que façamos, além da nossa parte, as atividades daqueles que não querem ou não sabem fazer a sua”.
Dados: 88 páginas
Preço: R$ 32,00
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