Lei Nº 11.878, de 19 de janeiro de 2005
(Projeto de lei nº 208/2004, do deputado Aldo Demarchi – PFL)
Institui o “Selo Verde Oficial do Estado de São Paulo”
O Governandor do Estado de São Paulo:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:
Artigo 1º – Fica instituído o “Selo Verde Oficial do Estado de São Paulo”, a ser outorgado a entidades, empresas, órgãos públicos e autarquias que desenvolvam ações de preservação e respeito ao meio ambiente.
Parágrafo único – O selo instituído no “caput” deverá utilizar o desenho do “Selo Ambiental”, criado pelo arquiteto Oscar Neimayer Soares Filho, cedido e transferido à Fundação Nacional do Meio Ambiente “Dr. Ernesto Pereira Lopes”, com sede na Cidade de São Carlos, Estado de São Paulo.
Artigo 2º – Fica criada a Comissão de Outorga do “Selo Verde Oficial do Estado de São Paulo”, a ser constituída por:
I – 02 (dois) membros da Secretaria Estadual do Meio Ambiente;
II – 02 (dois) membros da Fundação Nacional do Meio Ambiente “Dr. Ernesto Pereira Lopes”; e
III – 02 (dois) membros escolhidos pela Polícia Ambiental do Estado de São Paulo.
Artigo 3º – Compete à comissão criada no artigo 2º realizar estudos e análises sobre a excelência dos serviços prestados pelas entidades, empresas, órgãos públicos e autarquias, quanto à preservação e respeito ao meio ambiente, visando a posterior outorga do Selo.
Artigo 4º – As despesas decorrentes da execução desta lei correrão à conta das dotações próprias consignadas no orçamento vigente.
Artigo 5º – O Poder Executivo regulamentará esta lei no prazo de 90 (noventa) dias, a contar da data de sua publicação.
Artigo 6º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 19 de janeiro de 2005
Geraldo Alckmin
José Goldemberg
Secretário do Meio Ambiente
Arnaldo Madeira
Secretário-Chefe da Casa Civil
Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 19 de janeiro de 2005.
Lei das Águas no Chile
Normativa que busca dinamizar el mercado de aguas, favoreciendo la libre competencia y eliminando las barreras de entrada, fue despachada a la cámara baja para su tercer trámite constitucional.
En su tercer y último trámite fue despachado el nuevo Código de Aguas, iniciativa que busca generar las condiciones para un mejor aprovechamiento de los recursos hídricos en el país.
Tras doce años de tramitación en el congreso, la Sala del Senado envió hoy a la Cámara de Diputados la normativa que entre sus principales características fija el pago de una patente por el no uso del agua, con lo que evita el acaparamiento que hoy existe de los derechos del recurso.
El subsecretario de Obras Públicas, Clemente Pérez, valoró la aprobación del texto legal, destacando que “las modificaciones propuestas han sido debatidas y consensuadas por todos los sectores con representación parlamentaria”, e indicó que la normativa busca optimizar el uso de este recurso.
“Hemos dado un paso fundamental para el desarrollo de nuestra política de aguas, al aprobar esta nueva normativa que permitirá generar un mercado transparente de derechos de agua, sin barreras de entrada para los nuevos inversionistas, en el que se fomentará la competencia, protegiendo los recursos hídricos y el medio ambiente”, agregó.
La legislación de aguas vigente permite a los particulares obtener derechos gratuitos sin justificar su cantidad y sin obligación de uso. Esta adquisición puede comprometer toda la fuente natural, superficial o subterránea, sin que ello signifique el desarrollo de proyectos concretos.
“Al pagarse una patente por el no uso de las aguas, se busca fomentar el uso efectivo de los recursos hídricos para fines productivos”, dijo la autoridad, precisando que en Chile han sido han sido constituidos derechos no consuntivos por 13.000 metros cúbicos por segundo, de los que sólo se utilizan 2.500.

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