No rumo da universalização

A aprovação pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul do projeto de lei que estabelece as diretrizes para uma Política Estadual de Saneamento está sendo saudado pelas lideranças do setor como um passo importante para que possam ser encontradas as soluções que encurtem o caminho em direção à universalização dos serviços de água e esgoto para todos os rio-grandenses do Sul.

Essa é uma reivindicação muito antiga e os gaúchos foram testemunhas em épocas passadas de mobilizações históricas, como o Grito do Saneamento, que a partir do Rio Grande do Sul ecoou pelo país sem que no entanto tenha sido encontrada uma fórmula que possibilitasse uma solução de consenso para o problema.

O curioso é observar que isoladamente as lideranças do setor têm mais pontos de convergência do que divergência. Foi o que ficou demonstrado na publicação O Pensamento do Setor de Saneamento no Brasil: Perspectivas Futuras, lançado em 2002 pelo Programa de Modernização do Setor de Saneamento (PMSS), com base em 38 entrevistas feito em todo o país.

Dessa publicação é importante que se extraia um pequeno trecho que sintetiza uma das fragilidades do setor:

“é reconhecido que embora movimente significativos recursos numa cadeia de negócios que apresenta como uma de suas vantagens a baixa pressão sobre a balança de pagamentos, não se tem conseguido mostrar o setor como um dos fatores capazes de dinamizar a economia brasileira”.

De fato, mesmo sendo um grande gerador de emprego a baixo custo o saneamento não tem conseguido se glamourizar o suficiente para mobilizar recursos e vontades.

Espera-se que agora, já com um mínimo de condições de se organizar em torno de um objetivo comum, os gaúchos possam, em pouco tempo, mostrar avanços que possibilitem que saia de uma posição incômoda nacionalmente, como um dos Estados com mais baixo índice de população atendida com sistemas estruturados de esgotamente sanitário.

Boa leitura!

Cecy Oliveira – editora

Novos Associados

No mês de novembro Aguaonline conquistou mais 155 leitores cadastrados (média de 5 por dia) cujo perfil é o seguinte:

Engenheiros

(várias especialidades)

37

Biólogos

09

Analistas

de sistema

02

Administradores

e empresários

08

Arquitetos

06

Diretor

de Cia. ou Serviço de San

05

Químicos

04

Consultores

03

Outros

31

Subtotal

105

Estudantes

26

Jornalistas

03

Parlamentares

08

Professores

13

Total

155

Segundo

a distribuição por Estados:

SP

44

RS

22

MG

18

RJ

13

PR

09

PE, BA

08

PB

07

SC

04

CE, DF,

AM

03

TO, PI,

ES, MS, RN

02

MT, AL

01

A Vez dos Leitores

Aqueduto no Alaska

Quero, mais uma vez, parabenizá-los pela excelente revista que é a Aguaonline e, aproveitar aqui para fazer uma pergunta, que talvez possam me responder. Há alguns anos, li uma reportagem, não lembro a fonte, mencionando a construção de um aqueduto do Alaska até Nova Iorque, com um total de 6 mil quilômetros, dado as circunstâncias de que o abastecimento de água para Nova Iorque entraria em colapso a partir de 2015. A pergunta é: A reportagem lida é verídica? Se é em que pé está a construção do tal aqueduto? Agradecido antecipadamente pelo que possam fazer em relação ao solicitado.

Saudações!

Luiz Évertom S. Ávila – Porto Alegre

Poluição

Sabendo de vocês sendo defensores do meio ambiente, gostaria de fazer uma pergunta? em minha cidade tem um frigorífico de frango, que está acabando com a minha vida e de meus vizinhos….no final do dia exala um tremendo mau-cheiro. Moro em uma vila de mais de 30 anos bem estruturada e de famílias ótimas. O cheiro que exala e principalmente no final do dia é fétido a extremo. Já fizemos abaixo assinado e nada…o que fazer. As lagoas são um verdadeiro deposito de mosquito da dengue, aliás sem tratamento, tem de interditar e verificar. O esgoto é lançado no rio das Pedras e com tratamento precário. Dê uma idéia. O endereço do frigorífico poluidor é:

www.superfrango.com.br

Darlete – Rua 2, Vila Redenção em Itaberaí-GO

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