O poder poluidor da guerra

Provavelmente muito pouca gente tem parado para pensar no poder poluidor das guerras. Por isso recomendamos especial atenção para o artigo do Ponto de Vista.

Pode soar muito estranho a sugestão do autor para que seja exigido um EIA/Rima como um dos pré-requisitos para que uma guerra seja declarada.

Ser multado pelos estragos ambientais seria certamente muito mais eficaz do que as ponderações sobre perdas de vidas humanas que têm soado pouco aos ouvidos dos que acham que a melhor solução para um conflito é a demonstração de força.

Refletir sobre isso pode fazer com que muito mais gente se junte ao coro dos pacifistas reconhecendo que além de mortos e feridos, perdas econômicas as guerras cobram um alto preço à natureza.

Boa leitura!

Cecy Oliveira – editora –

A Vez dos Leitores

Segurança em ETAs

Gostaria de solicitar se por um acaso vocês têm em seus

arquivos alguma matéria relacionada à segurança do

Trabalho em Estações de tratamento de águas e esgotos. Sou Técnico de segurança recém-formado e estou com um pouco de dificuldade em exercer minha profissão pois não tenho nenhum conhecimento sobre como devo proceder em empresas deste setor. Atenciosamente

Mauricio de Souza Zago – Técnico de Segurança do Trabalho

SAAEG – Guaratinguetá

Espécies exóticas

Com respeito à reportagem “Invasão do pinus é assunto para a Lei de Crimes Ambientais”, gostaria de dizer que no início do ano passado fizemos uma denúncia envolvendo a introdução criminosa da espécie Pinus taeda nos campos de altitude de SC, entre os municípios de Bom Retiro e Urubici.

Infelizmente, decorridos 13 meses da denúncia, os infratores permaneceram naquele local com o cultivo da referida espécie exótica, recebendo multas tão somente pelo desmate de alguns pinheiros araucária e mesmo assim em valores irrisórios.

Dessa forma, continua sob grave risco de contaminação biológica uma das regiões mais belas daquele Estado, que abriga dois atributos excepcionais: a nascente do rio Canoas e a maior elevação de SC. Por favor, se for possível, enviem este e-mail ao autor da matéria, Sr. Fernando Bechara, mestrando da UFSC, ou me enviem o e-mail dele.

Carlos Manoel Amaral Soares – Fones: 0XX41-264.8684 ou 041-9968.2610 – carlos.amaral.soares@avalon.sul.com.br

Curitiba/PR.

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