Um acervo de 25 livros publicados, mais de 500 pesquisadores em atividade desde 1996 e resultados práticos que começam a aparecer, em experiências bem sucedidas, no Brasil e no exterior, credenciam o Programa de Pesquisa em Saneamento (Prosab) como um dos mais importantes do país especialmente por sua interessante característica de propor o trabalho em rede que propicia uma cooperação e interação.
No entanto esse verdadeiro patrimônio, já apropriado pelo Saneamento, pode enfrentar turbulências se forem confirmadas as mudanças de rumo que estão sendo introduzidas na área do financiamento de pesquisa. Justo em um momento em que o setor entra mais uma vez em uma encruzilhada a espera de definições que não podem mais ser postergadas.
Espera-se que o bom senso impere e que o país saiba reconhecer e incentivar propostas como a do Prosab e que as novas idéias cresçam ao lado das já existentes contribuindo para fortalecê-las e aproveitando os bons resultados dos caminhos já percorridos.
Boa leitura!
Cecy Oliveira
A Vez dos Leitores
Tratamento de esgoto
Em resposta à dúvida do leitor Victor, sobre aproveitamento do esgoto informo que na revista Globo Rural no. 199 de maio de 2002 há uma reportagem sobre esse tema de fácil execução e custo baixo, aproveitando ao mesmo tempo o biofertilizante e o biogás.
E-mail: www.wfreidinger@bol.com.br
Ninguém quer pagar a conta I
Consultando o site da Águaonline, pude perceber que vocês são uma instituição séria e bem antenada no que diz respeito à água. Meu nome é Viviane, sou estudante do 5º ano de Economia em Bragança Paulista – Universidade São Francisco, e estou elaborando a minha monografia de conclusão de curso a respeito da cobrança pelo uso da água, tenho tido muitas dificuldades para encontrar material sobre o que quero – Metodologia aplicada para dar preço ao rio Paraíba do Sul – e compará-la com outras
metodologias já aplicadas no Ceará. Gostaria que, se possível, vocês me indicassem algum órgão, ou até mesmo material bibliográfico em que eu possa obter esse tipo de informação. Antecipadamente grata.
Viviane
Energia
Decepcionado com a atitude dos poderosos, lembro-me de uma máxima que diz: quando na floresta se cortar a última árvore e nos rios se extinguir o último peixe, o homem perceberá que não poderá comer o dinheiro. Meus pêsames ao capitalismo selvagem.
Antonio Castro – castrofotografia@ig.com.br
Ninguém quer pagar a conta II
Degradação do meio ambiente, falta de água, fome, revoluções, guerras…Quem somos nós? O que estamos fazendo aqui? Além de trabalharmos com contato requinte nas questões inerentes aos seres microscópicos, deveríamos rever nossa existência e nosso cotidiano. Os seres humanos estão cada vez mais individualizados e mergulhados em sua própria existência, deixando de perceber que sua existência está diretamente relacionada ao globo a que pertencem e não somente em seu ambiente de trabalho ou mesmo dentro de casa. Isso é preocupante! Nosso mundo está restrito demais. Na verdade temos sob nossa responsabilidade o mundo, que nos espera para sua melhoria e preservação.
Está havendo uma competição extremamente abusiva, onde os valores dos seres humanos estão se dissipando e se unindo à “poluição ambiental” e nem se quer percebemos isso, ou fazemos algo para melhorar, afinal de contas, para inúmeros exemplares da espécie humana, o que é importante é somente o dinheiro! De todas as espécies viventes, somos a única que necessita abusivamente deste papel, que por inúmeras vezes é o causador da destruição do meio ambiente, nos posicionando, desta vez, como inferiores na escala evolutiva quando tecemos súplicas neste sentido: “pelo amor de Deus – cresce matinho para que eu consiga ter um pouquinho mais de água dentro da minha casa!” E mais uma vez pensando somente na gente. Cuidado! Estas palavras são extremamente aplicáveis aos textos, mas não a utilizamos quando ofendemos nossa própria espécie com palavras ou atos abusivos. Em resumo, se não melhorarmos nossos comportamentos entre os seres de nossa própria espécie, como poderemos trabalharmos e respeitarmos outras espécies a que julgamos seres “inferiores” a nós? Será que são mesmo tão inferiores? Fica aqui minha mensagem para reflexão!!
Maria Elisabete M. L. Botan – Email: labbiologia@daejundiai.com.br
A Vez dos Leitores
Vivemos uma década perdida?
A chave do problema é a conscientização que gera conhecimento, comprometimento e parceria, tem que haver divulgação. A senhora faz com competência a sua parte, mas, será que não pode fazer mais ainda?,Eu sou leitor constante desta revista, passo a amigos matérias, mas sou limitado na divulgação, quem sabe a senhora pode abrir um canal direto com políticos e entidades para abrirmos uma grande frente a favor da vida? Parabéns e um caloroso agradecimento e incentivo para que faça mais ainda pela vida.
Samuel – Porto Alegre RS – salacastro@ig.com.br
Vivemos uma década perdida?
Desde o começo da vida humana, o homem busca métodos pragmáticos para satisfazer suas vontades. Para isso explorou no extremo a natureza, que aparentemente lhe parecia tão abundante. Fascinou-se com suas obras “maravilhosas” sem preocupar-se com as consequências. Se antes as pessoas se maravilhavam com “grandes prédios”, hoje por ironia procuram lugares onde possa encontrar rios, matas, biodiversidade…sem estar poluído… Precisamos fazer deste momento, oportunidade para inculturar a ECOLOGIA como um todo na vida do homem. Estamos aos poucos iniciando esse processo de inculturação, quando emitimos na mídia a importância de nos preocuparmos com a atual situação do Planeta.
Marta Arce de Brito – Engenharia Sanitária e Ambiental -UCDB-MS.
Ecoeficiência
Estou com 160 alunos em ambiente virtual de aprendizagem. Administradores e Engenheiros. Estamos neste momento estudando bem esse assunto de ecoeficiência e desenvolvimento sustentável. Já no semestre passado inclui tua página como “favorita” e vou fazê-lo novamente esse semestre. A turma está empolgada. Abraços.
Marcelo Cabeda – Expert em Gestão Ambiental – dbw@terra.com.br- Porto Alegre, RS
Linha de frente
Essa é uma homenagem à turma da Imprensa presente no VI Sibesa que trabalhou muito para levar à população um pouco dos assuntos relevantes do evento. Parabéns à Gabriela, o André, e a Jacqueline e Maria Alice, da ABES-ES, pelo esforço e dedicação à causa do saneamento.

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