
A Fundação Amigos da Natureza da Argentina semanalmente envia-nos saudações, através da chamada Flor de Saludo, mostrando plantas e flores e trazendo informações. A desta semana é a Arrabidaea corallina. Veja a descrição em espanhol:
A Arrabidaea corallina. una liana de la familia de las Bignoniaceae, de la que se ven varias especies muy ornamentales y vistosas, en Santa Cruz. Así que tendremos oportunidad de saludarl@ con algunas de ellas en el futuro, como tajibos o jacarandás.
Muchas bignoniaceas son lianas, como las del género Arrabidaea, que tiene amplia distribución, pues se encuentra tanto en bosques húmedos como en secos.
Geograficamente está desde Centroamérica hasta Argentina y Paraguay. En Bolivia está en todas las tierras bajas, debajo de los 900 m.s.n.m., desde Pando en el norte,
hasta Tarija en el sur.
Frecuentemente crece al borde de caminos, adornando cercos con sus grandes y abundantes flores. Es otra más de las muchas plantas nativas altamente ornamentales, inexplicablemente ausente en los jardines de la ciudad. Desconocemos tanto nuestras bellezas nativas, que ¡hasta llegamos a llamarlas “exóticas”!.
Outras plantas da família das Bignoniaceae:
Crescentia cujete L.
árvore-de-cuia, cabaça, “calabash”, “tutumo”, “pate”, cuité
Família: Bignoniaceae
Usos populares: Antidiarréico, analgésico, antiasmático, peitoral, folhas purgativas e colagogo.
Ações terapêuticas: Antiarrítimica, antiagregante plaquetário, antibiótico, anti-hemorrágico, anti-inflamatório, anti-alérgico, analgésico, antitumoral, antiviral, hipotensor, anti-oxidante, protetor capilar.
Tabebuia impetiginosa (Mart. ex DC.) Toledo
ipê-roxo, pau-d’arco
Família: Bignoniaceae
Usos populares: Antidiarréico, antiinfeccioso, anti-inflamatório, antitumoral, depurativo, febrífugo.
Ações terapêuticas: Anti-infeccioso, cistostática, imunoestimulante
Flor de Saludo
Flor de Saludo origina muita comunicação interativa, agradável e interessante, com leitores de todo o mundo. O Dr. Stephan Halloy, por exemplo, escreveu da Nova Zelândia, sobre Azorella compacta. O Dr. Halloy estudou as taxas de crescimento dessa espécie. Os resultados confirmam que as plantas grandes podem ser muito antigas. Muito possivelmente, algumas chegam a ter mais de 1.000 anos de idade. Há anos em plantas não crescem nenhum milímetro ou até reduzem seu diâmetro… (Stephan Halloy ).

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