Abastecimento sem qualidade na Inglaterra

E. coli ao microscópio

Quatro ou cinco pequenos sistemas privados de abastecimento da Inglaterra falharam na obediência aos parâmetros de tratamento de água e puseram mais de meio milhão de pessoa sob o risco da E.coli, segundo uma pesquisa divulgada pela BBC. O estudo, feito pelo Programa 4 s Farming Today, alerta que a prevalência da potencialidade de uma doença fatal está aumentando e entrando em todo o ciclo da água.

Um destacado microbiologista descreveu a situação como um “embaraço”, e clamou por um maior rigorismo nas regulações dos testes de qualidade da água. Norman Simmons, presidente do grupo de segurança alimentar, disse que é preciso trabalhar mais para assegurar que o suprimento de água potável seja seguro.

Na Inglaterra há mais de 300 mil sistemas privados de abastecimento de água sendo a maioria em pequenas localidades, indo desde poços para fazendas até grandes sistemas e abastecimento para hospitais. As regulamentações sobre os testes estão relacionadas com o número de pessoas que utilizam o sistema. Se for apenas para uma família, não precisa nunca ser testado e se servir a campings ou parques que recebem caravanas deve apenas realizar um exame anual. Se abastecer uma pequena vila – de até 500 pessoas – só é obrigado a realizar testes duas vezes por ano.

E. coli

A e.coli é o nome abreviado da bactéria da família Enterobacteriaceae chamada Escherichia (Genus) coli (Species). Aproimadamente 0.1% do total the bactérias nos intestinos de um adulto (com alimentação no estilo ocidental) é representado pela E. coli. O nome Escherichia vem do nome de Escherich, que em 1885 pela primeira vez isolou e caracterizou esta bactéria.

A presença de E. coli na água é um aforte indicação de contaminação por esgotos de origem animal ou humana. O esgoto contém muitos microorganismos causadores de doenças.

Fonte: BBC

Satélite da Nasa tem equipamento brasileiro

A partir de agosto, a comunidade científica terá acesso aos primeiros dados coletados pelo HSB (Humidity Sounder Brazil), o sensor brasileiro de umidade, resultado de uma cooperação técnico-científica entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Nasa. O HSB foi lançado a bordo do satélite Aqua, no último dia 4, a partir da base de Vandenberg, na Califórnia (EUA). (Veja matéria completa no espaço da Semana da Água)

O diretor de Projetos Espaciais da AEB, Carlos Eduardo Santana, acompanhou o lançamento do satélite e disse que o Aqua está na órbita nominal de lançamento, atingindo a posição de 702 km de altitude. O Aqua é o segundo satélite do Sistema de Observação da Terra (EOS) e vai enviar dados sobre clima e ciclo das águas, ampliando o conjunto de informações coletadas pelo satélite Terra, em órbita desde 1999.

Durante os próximos dois meses, especialistas estarão reunidos no Goddard Space Flight Center (Maryland/EUA) para fazer a calibragem de todos os instrumentos a bordo do Aqua, incluindo o Sondador Atmosférico no Infravermelho (AIRS) e a Unidade Avançada de Sondagem em Microondas (AMSU-A), que vão compor as informações sobre clima com os dados do HSB.

Finalizada a fase de calibração, o INPE (Instituto de Pesquisas Espaciais ) passa a receber os dados do HSB e das sondas de infravermelho e microondas na estação instalada em Cuiabá (MT).

Agência Brasil

RS$ 586 milhões para a Sabesp

A oferta de ações da Sabesp arrecadou R$ 586 milhões de investidores brasileiros e internacionais no pregão de Nova Iorque, na última quinta-feira (09/05). Analistas temiam que a operação não tivesse sucesso depois que os mercado internacional de capitais reduziu a procura por ativos brasileiros, em meio a turbulências provocadas por expectativas quanto às próximas eleições presidenciais.

Na Bolsa norte-americana, cada American Depositary Share (ADS) da Sabesp representa 250 ações da companhia brasileira. Esses papéis foram lançados no mercado americano ao preço de 11,22 dólares.

O governo do Estado de São Paulo, controlador da Sabesp, conseguiu vender todo o lote de papéis, com colocação no mercado brasileiro e no internacional.

Coleta seletiva no Rio

O primeiro programa de Coleta Seletiva de Lixo implantado no Estado do Rio de Janeiro tem 17 anos de atividades e foi criado pelo professor de Filosofia da Universidade Federal Fluminense Emílio Maciel Eigenheer, no bairro de São Francisco, em Niterói. O programa é um projeto de extensão da UFF, em parceria com o Centro Comunitário de São Francisco (CCSF). Hoje, atende 1.200 residências, chegando a vender por mês até 25 toneladas de material para reciclagem.

Em 1991, foi criado o Centro de Informação de Resíduos Sólidos com a finalidade de dinamizar as atividades do programa realizado em São Francisco. Ele funciona no Campus da Praia Vermelha e tem a participação de professores e alunos que estão desenvolvendo pesquisas sobre lixo, reciclagem e preservação do meio ambiente.

A sede fica na Rua Albino Pereira, s/n, Grota do Surucucu, limite do bairro de São Francisco. O telefone do Centro de Informação de Resíduos Sólidos é 2717-8322, e o professor Emílio Maciel Eigenheer pelo telefone 2710-1820.

Resíduos Sólidos

A Comissão Especial que analisa o Projeto de Lei 203/91 (Política Nacional de Resíduos) reúne-se na próxima quarta-feira (15), às 14 horas, para discutir o parecer do relator, deputado Emerson Kapaz (PPS-SP). A proposição dispõe sobre o acondicionamento, a coleta, o tratamento, o transporte e a destinação final dos resíduos de serviços de saúde. A reunião ocorrerá no plenário 10.

Agência Câmara

Bacias de SC

O contrato de financiamento do Programa Microbacias 2, assinado entre o Banco Mundial (Bird) e o governo de Santa Catarina, destinará US$ 107,5 milhões para a recuperação de mais de 50% das bacias hidrográficas do estado. O Bird responderá por 59% dos recursos e o restante será de contrapartida estadual.

O programa beneficiará mais de 105 mil famílias catarinenses, através da recuperação e conservação dos recursos naturais, destinação adequada dos efluentes domésticos, reforma das casas e implantação de um sistema de captação, armazenamento e distribuição de água. Mais de 50 mil famílias serão beneficiadas com projetos de melhoria do sistema produtivo e com a formação de redes para comercializar produtos, o que contribuirá para aumentar a renda dos pequenos agricultores.

Com prazo de seis anos para ser executado, o Microbacias 2 prevê ações como reflorestamento, recuperação das bacias hidrográficas, implantação de sistemas de coleta de dejetos de animais e um programa de Educação Ambiental em 1.000 escolas da zona rural catarinense.

Agência Brasil

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