Ressurge o saneamento

São promissoras as notícias que estão nesta edição na página do Saneamento por contemplaram profissões de fé de lideranças do setor. A primeira, de um secretário de Estado “cativado” pela área e que reconhece a importância de se investir em qualidade de vida – ou seja acesso a uma necessidade vital: água segura.

E isto, a maioria já aprendeu: para ter água limpa é preciso ter esgoto e lixos coletados e corretamente dispostos.

Sem falar na íntima relação com a manutenção da saúde através da prevenção, uma forma econômica de garantir o estancamento da sangria aos cofre públicos representada pela voracidade de um sistema de “saúde” que privilegia a doença.

A outra declaração é do novo presidente da Assemae anunciando a atuação em várias frentes, inclusive a da reforma tributária. Ou seja: o Saneamento parece despertar para a necessidade de que suas lideranças comecem a mostrar que ele é sim e também uma importante atividade econômica.

É bom ouvir também um dirigente manifestar apoio à melhoria de gestão dos serviços de saneamento reconhecendo que ela é uma importante alavanca para a expansão e qualificação dos serviços.

Que essas indicações promissoras se concretizem é o nosso desejo.

Boa leitura!

Cecy Oliveira – editora

A Vez do Leitor

Campanha da Fraternidade I

No Brasil tem-se um problema grave de falta de conscientização ambiental, o que a princípio, deveria ser colocado para os alunos nas escolas. Já que não se tem esse processo de educação ambiental, é necessário informar toda a população para preservação do ambiente. A igreja e um “órgão” importantíssimo para se mobilizar as comunidades de forma clara e pratica para preservação do meio. Aliás, todas as igrejas deveriam participar desse processo, independente da religião.

Karen – bkc.urb@bol.com.br

Planeta água

Eu penso que o ser humano, muitas vezes não sabe o que o esbanjamento traz para nós. Esbanjar água é fácil mas depois sofremos, pois, acontece o “FAMOSO RACIONAMENTO”, e então cobramos do governo. Exigimos mas não conseguimos perceber a importância do uso racional.

Andressa de Souza Bueno

Uso racional

Estou recebendo as informações on-line, e essas têm me despertado a importância de fazer o uso racional dos mananciais de água no Globo “Terrestre”. Que paradoxo,

vivemos num planeta chamado terra, e temos que nos preocupar com as águas.

Sinto-me responsável pela luta de preservação, não só das águas, mas também do ecossistema, e para me engajar mais, peço informações sobre eventos que permitam ter mais conhecimento sobre o assunto, cursos de pós-graduação em níveis de especialização e/ou mestrado também me interessam. Conto com apoio dessa publicação.

Freddy Macedo

Aguaonline

Sou coordenadora e professora do curso de Geografia da UEG(Universidade EstaduaI de Goiás)-Unidade Universitária de Minaçu. Gostaria de parabenizá-los pela excelente revista virtual, na qual tenho me identificado muito com os temas ambientais, uma vez que estou desenvolvendo um projeto de ecoturismo para (Minaçu) região localizada no Norte de Goiás. Tenho certeza que esta revista irá contribuir muito para o meu trabalho.

Luciane Vieira

Fenômenos biológicos

Acho um absurdo que, num país como o Brasil, com sol durante quase 365 dias por ano, as nossas ETEs não consigam produzir um efluente satisfatório. Digo isso porque os efluentes das ETEs são lançados nos cursos de água e não conduzidos para as ETAs onde poderiam ser reciclados para a população. Um país africano chamado Namíbia (quem não tem maiores conhecimentos de geografia certamente nunca ouviu falar dele) recicla seu esgoto tratado desde 1968. Por que no Brasil não podemos fazer o mesmo?

Paulo Afonso da Mata Machado

Leave a Reply

Your email address will not be published.