Mutirão contra as perdas

De várias partes do Brasil, de alguns países da América Latina e até do distante Moçambique especialista e interessados estão reunidos em Recife (Pernambuco) para trocar experiências sobre um dos pontos nevrálgicos dos sistemas públicos e privados de abastecimento de água: o controle de perdas.

O evento, promovido pelo Programa de Modernização do Setor de Saneamento (PMSS), da Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Presidência da República, responde a uma demanda urgente daquela parcela de operadores que já se deu conta que a principal medida para obter a ampliação e melhoria dos serviços, em tempos de escassez de recursos é a eficiência.

O que falta, talvez, é que outros segmentos, como o Legislativo e o Judiciário e a própria população se dêem conta de que para este mutirão dar certo precisa ter a participação de todos. A água obtida na clandestinidade prejudica a todos, não somente sob o aspecto da qualidade. Essa subtração é uma conta paga por todos nós.

E mais ainda por aqueles que continuam sem acesso à água tratada.

Boa leitura!

Cecy Oliveira

A Vez dos Leitores

EnergiaMuito oportuna a matéria sobre a transformação da Petrobras em empresa de energia, com ênfase para as fontes renováveis. Está mais do que na hora do mundo acordar, especialmente diante dessa catástrofe na costa espanhola. Pode ser que sendo lá na Europa o mundo dê mais importância.

Newton Madeira – Pernambuco

Mês da água

Muito interessante a iniciativa da EPA de criar o mês da água limpa e outras medidas para orientar a população. O que temos visto de nossos órgãos ambientais é uma falta de programas voltados à população, bem diferente do que faz a agência do Estado Unidos. Aqui tudo parece sempre muito técnico. É especialista para cá e para lá e muito pouco para recrutar e ensina a população a ajudar a fiscalizar.

Selene Silveira – Porto Alegre

Perdas

Tenho visto com muita frequência vazamentos de água nas ruas e algumas vezes até já liguei para a prestadora de serviço avisando. O que parece é que eles não dão muita importância pois fica jorrando por horas e horas. Será que elas estão mesmo preocupadas?

Jolando Ferreira – Rio de Janeiro

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