A invenção, utilizada como alternativa ao Finger, plataforma utilizada em aeroportos que permite o acesso às aeronaves, movido à base de energia solar, com bateria de lithium é a primeira Patente Verde deferida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) no Rio Grande do Sul.
“É um grande passo do órgão federal agilizar o processo para esse tipo de inovações limpas. Um dos principais problemas que se enfrenta no âmbito de registro de patentes hoje é a morosidade no julgamento dos pedidos de registro, já que, em média, o INPI, tem demorado cerca de 8 anos para registrar uma patente”, explica o presidente do Grupo Marpa, Valdomiro Soares.
Valdomiro ressalta que o pedido foi encaminhado em maio de 2012 e em menos de 1 ano foi deferido. “É um progresso para o país, pois o registro de patentes verdes estimula ações sustentáveis”, destaca.
O objetivo do programa do governo federal criado em 2012 é reduzir o tempo de espera do registro de patentes que apresentem tecnologias que diminuam os efeitos das mudanças climáticas globais. Estão incluídas nessa categoria inovações referentes a energias alternativas, transporte, conservação de energia, gerenciamento de resíduos e agricultura. Assim, os benefícios da tecnologia limpa chegarão mais rápido à sociedade.
Segundo relatório divulgado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), investimento global em tecnologias limpas, que impactem menos na mudança climática, teria que sair dos atuais US$ 250 bilhões, último dado de 2010, para US$ 500 bilhões por ano até 2020.
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