Parque Ibirapuera mostra maior labirinto de lixo reciclável do mundo

Desde o dia 12 de maio, o público do Ibirapuera, em São Paulo, está visitando a intervenção urbana “Labirinto”. Depois do sucesso da mostra nos parques estaduais Villa Lobos, Juventude e Ecológico do Tietê, a exposição de Eduardio Srur chega no parque mais frequentado da cidade com o dobro do tamanho das instalações anteriores.

A obra foi construída com 60 toneladas e 400 fardos de diversos tipos de materiais recicláveis – garrafas PET, plásticos, embalagens, alumínio, tetrapack, papelão, entre outros. A composição tem 400 m² na forma de um labirinto geométrico retangular, espelhos de acrílico no seu interior e dois acessos para circulação do público pelos corredores. Segundo Srur, a ideia é “criar uma obra provocativa que reative os sentidos e a percepção do público. O espectador é convidado a entrar no labirinto em busca da saída entre os resíduos sólidos, colocando-o frente a frente com o lixo que produz”.

Os materiais foram captados em cooperativas de reciclagem, onde são separados por tipo, prensados e depois transformados em novos produtos. No final da mostra, todo o material utilizado será devolvido. “Aqui nada se perde. Estou educando o olhar do público para a arte e, ao mesmo tempo, mostrando uma nova possibilidade de pensar a paisagem da cidade e conscientizar o cidadão para o descarte adequado de resíduos sólidos no meio ambiente em que ele vive”, explica o artista.

Uma atividade que faz parte da exposição são as visitas diárias de grupos e escolas do programa “Aventura Ambiental”, da UMAPAZ – Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz -, instituição pública localizada no parque Ibirapuera.

Eduardo Srur, que já espalhou gigantescas garrafas PET à beira do Rio Tietê e na represa Guarapiranga, vestiu o monumento do Borba Gato com colete salva-vidas, instalou dezenas de caiaques tripulados por manequins no poluído rio Pinheiros e ocupou o Congresso Nacional com 200 estudantes, que lançaram centenas de bóias salva-vidas no espelho d’água com a frase “A arte salva”. Desta vez promove a maior intervenção física de sua carreira. A região do parque Ibirapuera, inclusive, foi palco de intervenções anteriores, como a “Âncora”, no Monumento às Bandeiras e “Nau”, na Rosa-dos-Ventos localizada ao lado do planetário.

Resumo:

Data: até 11 de junho de 2012;

Local: Praça da Paz, Parque Ibirapuera;

Horário: todos os dias, das 5h as 24h;

Entrada gratuita.

Bomba movida a energia solar

A Indústria de Motores Anauger, fabricante de bombas submersas vibratórias – destinadas a poços, reservatórios e cisternas – está colocando no mercado uma bomba vibratória para bombeamento de água, alimentada por energia solar.

O sistema funciona através de células fotovoltaicas; tecnologia que proporciona mais vazão com menor potência, e um bombeamento independente das flutuações do nível de radiação solar. Além disso, essas bombas praticamente não requerem manutenção.

O novo produto dispensa o uso de bateria, portanto, haverá água continuamente enquanto houver luz solar. As bombas podem operar em sistemas de geração fotovoltaicos, com potência de 100Wp, 130Wp e 170Wp.

A empresa disponibiliza dois modelos de bombas desta linha: o anauger solar P100, ideal para poço com diâmetro a partir de 6 polegadas (153mm). O modelo anauger solar R100 é destinado a reservatório ou cisterna.

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