Os tubos poliolefínicos são normalmente empregados para redes de distribuição e ligação predial de água potável e gás natural; emissários sanitários e de efluentes químicos; transporte de produtos químicos e instalações industriais; transporte hidráulico de sólidos (mineração/dragagem); transporte de alimentos; redes de irrigação e sistemas de drenagem; adução e captação de água, em telecomunicações, entre outros.
Segundo Hênio de Nicola, que assumiu a presidência da ABPE em janeiro/2002, um dos principais desafios da Entidade é proceder à certificação do sistema produtivo das empresas afiliadas, para garantir ao mercado a qualidade necessária para a afirmação completa dos tubos poliolefínicos.
Entre as principais metas da entidade estão o disciplinamento de especificação técnica; proposição de normalização para os segmentos que utilizam tubos e conexões de polietileno; qualificação de fornecedores; a elaboração de estudos sobre os tubos poliolefínicos e sistemas; a observância quanto aos padrões e normas técnicas, especificações e métodos de ensaio; o incentivo ao aperfeiçoamento técnico das empresas do setor visando cumprir e fiscalizar no seu âmbito os requisitos e atributos dos produtos dos fornecedores da cadeia; manter o intercâmbio com instituições nacionais e internacionais; a implementação de programas de Qualidade e Produtividade, entre outras.
Experiência
“Temos experiências de sucesso que podem atestar a performance do PEAD em redes adutoras. No DMAE – Departamento Municipal de Água e Esgotos de Porto Alegre – existe apenas uma equipe de manutenção para a rede de PEAD, que representa 26% do total da rede, e 30 equipes para os 74% da rede tradicional, sendo que o percentual ponderado de consertos de PEAD/tradicionais é de 2,3%”, ressalta.
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