Cooperação mundial para pesquisar água

Da coalizão de 12 organizações internacionais dedicadas a pesquisas e estudos sobre a água surgiu o Centro Global de Pesquisa sobre a Água (GWRC por sua sigla em inglês) como forma de incentivar o trabalho conjunto e troca de informações.

Os participantes do grupo são a AwwaRF, Fundação para o Reuso da Água e WERF, dos Estados Unidos, a CRC e WSAA, da Austrália, a KIWA e STOWA, da Holanda, CIRSEE e Anjou Recherche, da França, a TZW, da Alemanha, a UKWIR, da Inglaterra, WRC da África do Sul.

Entre as áreas de estudos estão os contaminantes emergentes e seu impacto na saúde pública, sustentabilidade para os usos futuros da água, reuso, as regulações e os riscos e impactos das metodologias de tratamento.

O primeiro tema de estudo conjunto está sendo identificado como ruptores endócrinos. O WRC, da África do Sul é a entidade encarregada de coletar os dados existentes e a ocorrência desse fenômeno.

Arte a partir da sucata

Objetos míticos é o título da exposição que está aberta no Conjunto Cultural da Caixa (SP), desde o dia 8 de agosto, mostrando, entre outras, as obras do artista plástico Edgard Santo Moretti que trabalha a partir de sucatas recolhidas no lixo.

Em dez obras criadas a partir de 1995, Moretti explora tampas de garrafa, latas, folhas secas, sucatas metálicas e outros materiais que fazem surgir objetos que insinuam a relação entre o mundo natural e o sobrenatural.

“Esse trabalho pode até mesmo provocar sensações que remetem à mitologia, a crendices e superstições”, diz o artista sobre as obras tridimensionais, cujo tamanho médio é de 120 X 50 X 30 cm.

Exposição: “Objetos Míticos”. Duração: até 6 de setembro de 2002. Local: Conjunto Cultural da Caixa. Endereço: Praça da Sé, 111, 4º andar. Horário: segunda a sexta-feira, das 10 às 16h – Entrada Franca.

Informações: Conjunto Cultural da Caixa/SP. E-mail: gimaisp@caixa.gov.br – Telefone: (11) 3107-0498

Resíduos tóxicos no México

O reconhecimento pelo ministro de Meio Ambiente do México, Víctor Lichtinger, de que a disposição de resíduos perigosos no país é um sério problema ambiental feito à imprensa mexicana há uma semana, parece ser o primeiro passo para a sua solução. Pelo menos é que esperam os ambientalistas que vêm denunciando a situação grave dos resíduos tóxicos e perigosos oriundos de pelo menos 70 mil empresas que não informam onde e como dispõem seus resíduos.

Várias tentativas de enquadramento legal e construção de aterros especiais têm esbarrado na pressão das indústrias que preferem alongar o máximo possível os prazos para de adequar ambientalmente. Essa pressão é tão forte que o governo mexicano está sendo obrigado a pagar uma indenização de US$ 15 milhões à empresa norte-americana Metalclad, para a não instalação de um depósito especial já licenciado. As estimativas são de que o país produz mais de 8 milhões de toneladas de resíduos tóxicos por ano.

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