
A transposição das águas do Rio São Francisco pode ser decidida por um plebiscito. A proposta está prevista no Projeto de Decreto Legislativo 1403/01, do deputado Roberto Pessoa (PFL-CE), que quer a realização do plebiscito nacional junto com as eleições de 2004.
A idéia de modificar o curso do São Francisco vem causando bastante polêmica e por isso o parlamentar quer saber a opinião da população. De acordo com Roberto Pessoa, o projeto de transposição das águas do Rio São Francisco é viável e utilizaria apenas 3% do volume de água do Rio.
Já o deputado Pedro Eugênio (PT-PE) disse que o recente racionamento de energia mostrou que o projeto de transposição das águas do Rio São Francisco é inviável, porque na época da seca sua vazão não tem sido suficiente sequer para abastecer as necessidades da população ribeirinha. Pedro Eugênio defende que seja feita primeiro a revitalização do rio.
“Nós sabemos que o São Francisco passa por séria crise, que tem a ver com a falta de conservação. Principalmente nas áreas de carga, nós sabemos de desmatamento, de poluição. Isso tudo tem que ser combatido. Tem que haver, portanto, antes de tudo, um grande programa de recuperação do rio”.
O projeto está sendo analisado pela Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias da Câmara dos Deputados. A polêmica sobre a transposição das águas do rio existe desde 1815, quando se falou pela primeira vez sobre o tema.
Agência Câmara
Água da chuva
Está disponível, bastando solicitar, um livro, em espanhol, sobre coleta de água de chuva, publicado como parte do Projeto APRESAL, da União Européia. Os interessados devem solicitar para alegria@guate.net os exemplares (gratuitos) necessários para sua biblioteca, indicando o endereço postal. O conteúdo do livro é o seguinte:
I. Prólogo
II. Introdução
III. Resumo executivo
IV. Índice
V. Antecedentes
VI. Capítulo I.
Condições particulares da Guatemala e su região. Dimensionamento de algibes.
VII. Capítulo II.
Diferentes propostas de instalações de “coletar água” de chuva.
VIII. Capítulo III.
Experiências prácticas na Guatemala.
IX. Capítulo IV.
Seleção de um modelo ótimo.
X. Capítulo V.
Os usuários dos sistemas de coleta e armazenagem da água da chuva
XI. Bibliografia.
XII. Anexos:

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