US$ 2 milhões para Provárzea da Amazônia

Sete projetos-pilotos, no valor de US$ 2 milhões foram aprovados pelo Ibama, para o manejo dos recursos naturais e o fortalecimento de organizações de base na várzea amazônica, informou o coordenador do programa, Mauro Luis Ruffino. Previstos para execução em cinco anos, os projetos têm buscam a formulação de políticas públicas e de sistemas inovadores para a conservação e o manejo ambiental e sustentável das várzeas da região central da bacia amazônica. “Entendemos que as pessoas são o centro do desenvolvimento. É uma maneira diferente de enfrentar as prioridades para o desenvolvimento sustentável”, sustentou Ruffino

São projetos de ecoturismo, manejo de lagos, fortalecimento da comunicação, educação ambiental em áreas indígenas, capacitação de pescadores artesanais, e manejo florestal comunitário. Edital para receber propostas dos respectivos projetos está disponível no site/Ibama: http://www2.ibama.gov.br/varzea/provarzea.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Ibama

Áreas úmidas

A cidade de Valência, na Espanha, será sede da Conferência Mundial das Áreas Úmidas que se realiza de 18 a 26 de novembro deste ano.

Os ecologistas pedem que as diferentes administrações do mundo adotem antes de novembro um Plano de Emergência para assegurar a conservação de um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do planeta.

O alerta foi feito na passagem do Dia Mundial das Áreas Úmidas, celebrado em 2 de fevereiro.

As baleias

A matança das baleias pelos japoneses com a desculpa de realização de pesquisas científicas podem estar com os dias contados. Um grupo de cientistas australianos, que se opõe a esta prática, afirma que é possível evitar a morte das baleias.

Segundo eles para obter a informação necessária, basta analisar a matéria fecal desses mamíferos aquáticos. Segundo o especialista Nick Gales o novo método além de ser inofensivo “toma muito menos tempo, é muito mais barato e com ele se obtém um maior número de informações”.

Jericoacoara

As famosas dunas de Jericoacoara. No litoral cearense ganharam mais proteção. O governo federal criou, nesta semana, o Parque Nacional de Jericoacoara. O local era classificado como Área de Proteção Ambiental (APA).

Com a nova classificação, mais restritiva, não permite propriedades particulares ou qualquer tipo de exploração extrativista. O parque, com 8.416 hectares, abrange oito ecossistemas, incluindo dunas, lagoas e manguezais.

Poluidor-pagador

A Comissão Européia de Meio Ambiente deve analisar na reunião do próximo dia 4 de março um diretiva sob o slogan: “Quem contamina paga” que deve responsabilizar a quem provoca danos à biodiversidade, ao solo e à água.

Mas os ambientalistas de ONGs como Amigos da Terra e Bird Life consideram que a mesma não reúne os elementos mínimos para sua aprovação e cumprimento. Cada governo terá 2 anos para implementar a diretiva em seu país.

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