Cientistas da UC Berkeley calcularam que aproximadamente 1.6 milhão de pessoas morrem na China por ano por problemas causados pela poluição do ar.
O trabalho, apresentado nesta quinta-feira é o primeiro que utilizou os dados do novo Sistema de monitoramento que analisa os gases de efeito estufa gerado na queima de carvão para produção de eletricidade e calefação e que é a principal causa da poluição do ar. O estudo será publicado no periódico PLOS One utiliza medições em tempo real e modelagens de medição computacionais para diferentes tipos de poluentes.
Robert Rohde, o principal autor do estudo, disse 38% da população chinesa vive em áreas com uma média de qualidade que a Agência de Proteção Ambiental (EPA) classifica como insalubre.
Rohde disse: “É um índice muito elevado… Algumas das piores áreas estão a sudeste de Pequim”.
De acordo com o cientista, a mais recente coleta de dados apontou que Madera, na Califórnia, tem a maior média de presença de partículas contaminantes nos Estados unidos e que o recente estudo da UC Berkeley encontrou que 99.9% de toda a metade oriental da China tem um percentual anual maior de pequenas partículas em comparação a Madera.
A EPA estimava, em 2010, que entre 63.000 e 80.000 pessoas morriam nos Estados Unidos por da poluição devido à poluição do ar enquanto outras estimativas variavam de 35.000 a 200.000.
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