
Foto: Divulgação.
No Caminho das Águas, publicação editada sob a responsabilidade da Fundação Cargill, usando os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura, oferece aos brasileiro uma nova visão sobre a imensa riqueza representada pelos recursos hídricos do país.
Nos dez capítulos em que foi dividida a obra e dezenas de imagens fotográficas de rara beleza é possível mergulhar nas múltiplas facetas de “serviços ambientais” prestados e ao mesmo tempo usufruir da poesia e das músicas despertadas pelas visões de águas plácidas ou torvelinhos. Conhecer as lendas e festas celebradas em todo o território brasileiro tendo como motivos a celebração das águas.
Com 150 páginas a publicação descreve os rios como Fonte de Prosperidade (capítulo 1); a Vida ao Redor da Água (capítulo 2); Biodiversidade Pulsante (capítulo 3); Estímulo ao Paladar (capítulo 4); Mananciais de Melodias e Versos (capítulo 5); Lenda da Água Doce (capítulo 6); Convite para Festa (capítulo 7); Linguística Ilustre (capítulo 8); Sede de Viver (capítulo 9) e Organização das Águas (capítulo 10), onde são descritas a 12 regiões hidrográficas: Amazônica, Tocantins-Araguaia, Atlântico Nordeste Ocidental, Parnaíba, Atlântico Nordeste Oriental, São Francisco, Atlântico Leste, Atlântico Sudeste, Paraná, Paraguai, Uruguai e Atlântico Sul.
Patrimônio
Uma amostra do que os mananciais hídricos e a natureza preservada podem oferecer a um povo está na página 13: o inventário reconhece como típicas e existentes apenas no Brasil:
131 espécies de mamíferos;
294 de anfíbios;
191 de aves;
172 de répteis,
Muitas delas vivendo à sombra ou dependendo dos 12.000 rios que percorrem o Brasil de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Sem falar nos aquíferos Guarani e Alter do Chão e outros 25 menores, a maioria com água ainda preservada.
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