
A Procter & Gamble (NYSE:PG) anunciou hoje planos de usar plástico feito a partir de fonte renovável, derivado da cana de açúcar, em algumas embalagens de suas marcas Pantene Pro-V®, COVERGIRL® e Max Factor®.
O plástico derivado de cana-de-açúcar representa uma inovação significativa em embalagens sustentáveis, pois é feito a partir de uma fonte renovável, diferentemente do plástico tradicional, que é derivado de petróleo não-renovável. Este novo material é feito por meio de um processo inovador, que transforma a cana-de-açúcar em plástico polietileno de alta densidade (HDPE), um tipo comumente usado para embalar produtos. A embalagem derivada de cana-de-açúcar permanece sendo 100% reciclável.
“O compromisso da P&G em usar plástico derivado de fontes renováveis nas embalagens de seus produtos de beleza e cuidados com o barbear é um passo importante em direção ao objetivo de melhorar o perfil ambiental de seus produtos”, afirma o Dr. Jason Clay, Vice Presidente Senior do World Wildlife Fund nos Estados Unidos.
Ao lançar esta embalagem em algumas de suas marcas globais de beleza, a P&G vai alavancar sua escala para entregar melhorias significativas em sustentabilidade. A empresa vai comprar o plástico feito de cana-de-açúcar da Braskem SA., a qual utiliza etanol da cana de açúcar adquirido de fornecedores que produzem de forma sustentável no Brasil. O projeto piloto acontecerá no mundo todo durante os próximos dois anos, com os primeiros produtos chegando às prateleiras em 2011.
“Esta inovação é verdadeiramente focada no consumidor. Ao falarmos com mulheres no mundo todo, elas nos contam que querem se sentir mais bonitas sem que para isso tenham de deixar o meio ambiente menos bonito”, diz Gina Drosos, Presidente de Grupo da P&G Beauty. ‘’Com esta inovação em embalagem, as mulheres podem ter certeza de que suas marcas favoritas estarão ajudando a fazer a diferença.”
“Usar plástico derivado da cana-de-açúcar representa outro passo no comprometimento da P&G com o meio ambiente e com o desenvolvimento de produtos que apresentem inovações sustentáveis”, afirma Len Sauers, Vice Presidente Global de Sustentabilidade da P&G.
Garrafas com menos matéria-prima
As primeiras garrafas ecológicas produzidas no Brasil chegam às gôndolas esta semana. Lançadas pela Verallia, elas têm um peso menor do que as embalagens comuns, utilizando 15% menos matéria-prima (vidro).
Também colaboram com a redução de 15% na emissão de CO² e de 4% no gasto de energia durante o processo produtivo. O primeiro lote da inovação sustentável é composto por 12 garrafas para vinho, nos formatos Bordeaux e Borgonha.
A expectativa da companhia é de que as “ecogarrafas” representem 10% de participação nas vendas realizadas até o final de 2010 e, a médio prazo (2012 ou 2013), espera-se atingir o mínimo de 30%.
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