Publicidade alerta sobre mudanças climáticas

Foto: trabalho vencedor: Termômetro.

A Dentsu Inc., agência de propaganda com sede em Tóquio, no Japão, e a International Advertising Association, junto à Organização das Nações Unidas, acabam de divulgar o resultado do IAA-Dentsu Global Student Poster Competition, competição que teve como tema principal As Alterações Climáticas.

Além de investir capital no projeto, o papel da Dentsu foi recrutar estudantes do curso superior de Publicidade que estivessem dispostos a participar da ação. O tema escolhido neste ano teve o objetivo de promover e sensibilizar a sociedade de todo o mundo sobre o impacto das alterações climáticas no Planeta Terra.

Foram recebidas 145 inscrições de 13 países diferentes, inclusive a Índia. O campeão de todo o mundo foi Matias Fernandez Garcia, da Universidad Argentina de la Empresa, de Buenos Aires, e seu trabalho foi chamado de “Termômetro”.

O presidente e CEO da Dentsu Inc., Tatsuyoshi Takashima, afirma que a mudança climática é um problema urgente que o mundo todo está enfrentando. “Como uma empresa de publicidade e comunicação, a Dentsu viu nesta competição uma oportunidade muito significativa para o Planeta. Ficamos muito felizes de poder apoiar os estudantes de todo o mundo para aumentar sua consciência sobre as alterações climáticas”, afirma.

O grupo prevê novas competições e o próximo tema será Diversidade Biológica. Mais informações podem ser obtidas em breve no site

www.iaaglobal.org.

Agências de regulação abrem consulta píblica para normas de saneamento

A Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR), que reúne 34

Agências Reguladoras (federais, estaduais e municipais), iniciou uma

Consulta Pública Nacional direcionada a todos os interessados em aperfeiçoar e parametrizar normas para o setor de

Saneamento Básico.

Desde o dia 25 de junho, estão expostas normas de referência elaboradas por um grupo de técnicos de Agências Reguladoras filiadas à ABAR para facilitar a regulação por estados e municípios na definição de seus marcos regulatórios. As normas sugeridas como base já estão na página da ABAR na internet:

www.abar.org.br e podem receber sugestões de alteração até o dia 24 de julho pelo e-mail: saneamento@abar.org.br .

O presidente da ABAR, Wanderlino Teixeira de Carvalho, destaca a importância de iniciativas como a da Consulta Pública que está ocorrendo. Esta é a segunda vez que a ABAR faz uma consulta desse porte sobre Saneamento Básico e, tal como da vez anterior, o trabalho será transformado em livro de distribuição gratuita aos colaboradores e demais segmentos. Após a primeira consulta, em 2008, houve a publicação de sete normas de referência, mas alguns temas importantes serão tratados agora sob a luz da nova legislação ─ tais como planos de contingência e de emergência, fiscalização e aplicação de penalidades, tipos de penalidades, qualidade da água e do esgoto, auditoria e certificação dos investimentos e acompanhamento de planos de saneamento.

Empresa sem gestão ambiental vai ficar para trás

Empresa sem gestão ambiental vai ficar para trás. Essa é a opinião do coordenador de Engenharia e Gestão Ambiental da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), Elvis Carissimi. Com mestrado e doutorado na área, ele já era professor de algumas disciplinas dos cursos, além de atuar em projetos de pesquisa ao lado do ex-coordenador e hoje pró-reitor de Pós Graduação e Pesquisa, Erwin Tochtrop.

Ele explica que as empresas, por questão de mercado, estão adotando políticas ambientais para sobreviverem no mundo corporativo e cada vez mais competitivo. “Antigamente falava-se em meio ambiente de forma filosófica e havia pouca correlação com as atividades industriais. Hoje, porém, os padrões de qualidade ambiental estão em constante atualização e diariamente surgem novas regulamentações” afirma. E destaca que as corporações que querem comercializar seus produtos nos mercados interno e externo tem que adotar práticas estabelecidas pela ISO 14000, além de exigir que todos os fornecedores e prestadores de serviços também adotem essas políticas. A intenção é criar uma rede de negócios integrada ao meio ambiente.

Para ele a presença de um engenheiro ou gestor ambiental torna-se imprescindível acrescentando que com a criação da Lei de Crimes Ambientais, foram criadas multas pesadíssimas e o responsável técnico responde criminalmente por atividades lesivas ao meio ambiente.

O professor informa que a universidade vem desenvolvendo pesquisas integradas com o setor produtivo e prefeituras locais que vão desde o monitoramento da qualidade do ar, controle da poluição do solo, gestão ambiental, minimização e reúso de águas servidas, até o tratamento de efluentes líquidos industriais e esgotos urbanos. Além dos projetos entre professores e alunos de graduação e mestrado, os trabalhos ganham importância por servir de modelo para as indústrias e prefeituras. Elas podem melhorar os processos de produção e práticas ambientais e gerar grande economia. Isso se dá, através da minimização de resíduos, da reciclagem de produtos e/ou água ou da substituição de uma matéria-prima.

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