
A GE Eletrodomésticos está apresentando sua nova lava-louça Ecosensor com sensor de leitura infravermelha que detecta o nível de sujeira da água para reutilizá-la, além de indicar o tempo, a quantidade e a temperatura necessários para a lavagem.
Após a pré-lavagem, o sensor com leitura infravermelha detectará a turbidez da água, obtendo um diagnóstico de sujeira. De acordo com essa análise, a lavadora trocará ou, se estiver praticamente limpa, reutilizará a água para fazer a lavagem. Os níveis aceitáveis de transparência da água estão gravados na memória da Ecosensor.
O produto conta ainda com painel digital, capacidade para 13 serviços, sete programas com ciclos especiais que consomem menos energia, sistema antitransbordamento com sensor que identifica vazamentos e ativa automaticamente o processo de saída de água, ciclo de higienização, redução de tempo do ciclo já programado, cestos flexíveis, dispenser para sabão e líquido secante, sensor de término do líquido secante, água quente com temperatura de até 60°C, proteção para super aquecimento, fechamento gradual da porta, versões piso ou embutir, entre outras características. Menor consumo de energia do mercado (ciclo Express: 0,3 Kwh). Dimensões do produto em mm: 850 A x 595 L x 600 P.
Pneus de bicicleta também vão para a reciclagem

A Caloi acaba de lançar um projeto para a reciclagem de pneus de bicicletas. Segundo Juliana Grossi, diretora de marketing da Caloi, os problemas com o futuro do planeta nunca estiveram tão em evidência e a bicicleta está cada vez mais ganhando o seu espaço e aumentando o seu compromisso com a sociedade. “Nós sempre buscamos fazer uma bicicleta 100% reciclável e agora queremos incentivar a prática do esporte, dar uma alternativa de meio de transporte e ainda colaborar com a inserção de pessoas com deficiências no mercado de trabalho”, explica a executiva.
Os pneus inservíveis podem ser depositados nos coletores, já instalados em cinco bikes shops de São Paulo. Por meio de materiais no ponto de venda a Caloi incentiva os consumidores a entregarem os pneus inservíveis, ganhando um selo “verde” para sua bike e assim contribuindo para o movimento de reciclagem. Outros pontos de coleta para captar esses pneus também foram instalados nas fábricas da Caloi, em Atibaia e Manaus.
O projeto funciona por meio da parceria com empresas de logística: Expresso Itatiba, Itatibense Transportes e Logística, Gean Transportes e Rekarga Transportes. Essas empresas encaminham, após a coleta, os pneus de bicicleta arrecadados aos Ecopontos Via Viva®, onde pessoas com deficiência mental e/ ou física, assim como em situação de risco social, capacitadas profissionalmente pela AVAPE, fazem a triagem do resíduo. O material é armazenado temporariamente e enviado ao centro de reciclagem, onde é transformado em chips de borracha (pequenos pedacinhos de borracha), que são utilizados em vários produtos, como o Concreto DI®, por exemplo.
Continental testa biocombustível em avião
A Continental Airlines realizou no último dia 7 de janeiro, o primeiro voo de demonstração de uma companhia aérea americana utilizando biocombustível.
O voo, operado sem passageiros, foi movido por um combustível feito a partir de uma combinação de componentes que incluem derivados das plantas alga marinha e pinhão-manso, fontes sustentáveis, de segunda geração, que não apresentam nenhum impacto para plantações de alimento ou fontes de água, além de não contribuírem para o desmatamento.
Para realizar o projeto, a Continental fez parcerias com as empresas Boeing; com a CFM International, companhia pertencente aos grupos General Electric Company e Snecma; com a desenvolvedora de tecnologias de refinamento UOP, da companhia Honeywell; e com as provedoras de óleo Sapphire Energy (alga) e Terrasol (pinhão).
O voo de demonstração foi o primeiro operado por uma companhia aérea comercial utilizando a alga marinha como fonte de combustível e o primeiro utilizando uma aeronave bimotor: um Boeing 737-800 equipado com motores CFM56-7B, da CFM International.
O combustível usado em um dos dois motores CFM é uma mistura formada por 50% de combustível tradicional para jatos e 50% do biocombustível feito com alga e pinhão-manso. Operado sob um certificado experimental especialmente emitido, a aeronave foi tripulada por pilotos de teste da Continental, licenciados pela Administração Federal de Aviação americana (FAA). Sem passageiros a bordo, o plano de teste consistiu na operação do motor no 2 (direito), com a mistura especial de combustível, incluindo aceleração e desaceleração, desligamento e re-ligamento do motor durante o voo e outras manobras que fazem parte de procedimentos normais e atípicos. A operação durou cerca de duas horas.
A Continental, junto com a Boeing, UOP e CFM, trabalharam por mais de nove meses em pesquisas, produção e testes do biocombustível, incluindo testes em laboratório e do motor funcionando no solo, para assegurar a conformidade com os rigorosos requerimentos de desempenho e segurança da aviação.
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