Lançamento analisa educação ambiental no Brasil e nos EUA

O livro Educação Ambiental no Brasil e Estados Unidos traz uma abordagem sobre a educação ambiental neste dois países “com realidades distintas mas com passado comum, seja através de lutas dos indígenas por uma relação de respeito ao meio ambiente ou da miscigenação com imigrantes europeus”, segundo descrevem os autores, Eliane Thaines e Brian William Bodah.

Eliane já escreveu Educação Ambiental para as crianças e seus mestres, também à venda na Aguaonlineshop. É bióloga e mestre em Educação pela universidade de Passo Fundo (UPF). Em 2007 desenvolveu estudos e projetos como naturalista do Audubon Center das Florestas do Norte, em Sandstone, MN, EUA. Brian William Bodah é naturalista e atuou no Audubon Center das Florestas do Norte e viajou ao Brasil para colaborar com a co-autora na elaboração deste livro.

Entre as constatações comparativas está a de que A questão dos combustíveis fósseis é ainda um tema candente nos Estados Unidos enquanto o Brasil se apresenta como usuário e produtor. Lá há ainda entraves de legislação e opções das lideranças políticas embora exista vontade de grande parte da população de mudar seus hábitos cotidianos para evitar um desastre ecológico.

O capítulo 1 apresenta uma visão geral da questão socioambiental no mundo e o questionamento sobre por que devemos nos importar com a natureza. No seguintes capítulo aborda a interdisciplinaridade brasileira e educação via outdoor, largamente utilizada nos EUA, a sustentabilidade para o futuro comum, uma reflexão sobre o estudo, sugestões e alternativas.

O preço do livro é de R$ 60,00 por ser edição bilingue. Para quem adquirir este livro e o de Educação Ambiental para Criaçãs e seus mestres será oferecida uma sacola reutilizável, feita de garrafas pet. Quem desejar adquirir também a sacola na aquisição do livro, o valor é de R$ 5,00.

Assemae defende cobrança pelo uso da água para melhorar saneamento

A gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos e a cobrança pelo uso das águas podem melhorar o quadro de atendimento sanitário no Brasil, trazendo recursos importantes para ampliar a infraestrutura desses serviços. Esse será um dos temas em destaque durante a 39a Assembleia que a Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae) realizará no período de 24 a 29 de maio de 2009 em Gramado (RS), voltada para gestores municipais. O tema da Assembleia é “Saneamento Ambiental: ferramenta para integrar a gestão da Cidade”. Para mais informações acesse o site: www.assemae.org.br

Hoje no Brasil há oito comitês de bacia hidrográficas de rios federais (que cruzam mais de um Estado) e 152 em mananciais estaduais, enquanto no país, há espaço para 29 comitês federais e cerca de 400 estaduais. Apenas as bacias federais dos rios Piracicaba-Capivari-Jundiaí (PCJ) e Paraíba do Sul, no Sudeste, cobram pelo uso do recurso. No ano passado arrecadaram R$ 25 milhões, majoritariamente de indústrias e empresas de saneamento. Quando todas as bacias nacionais forem instaladas, o valor pode chegar a R$ 517 milhões por ano, calcula a ANA. Só a bacia PCJ precisaria de R$ 1,5 bilhão para sua despoluição.

Doze anos depois da criação da Lei das Águas, a cobrança pelo uso da água ainda não é uma realidade para a maioria do País. Ela precisa ser acelerada para assegurar recursos para o tratamento de esgotos, recuperação de mananciais, que garantam o acesso à água de qualidade.

Em dez anos de trabalhos, a Agência Nacional de Águas – ANA lançou seu primeiro grande relatório sobre a situação dos rios no Brasil. Neste documento, o órgão aponta que o Rio dos Sinos e o Rio Gravataí, situados na região do Vale do Rio dos Sinos e na Região Metropolitana de Porto Alegre, estão no topo dessa lista.

Primeiro do país, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos (RS) foi criado em 1988, mas até hoje a bacia não instituiu a cobrança pelo uso da água.

Jovem Cientista premia trabalhaos sobre energia e meio ambiente

Tempestades, furacões, desertificação, derretimento de calotas polares: as conseqüências dos impactos ambientais vêm tornando cada vez mais urgente a busca pelo desenvolvimento de ações que harmonizem a relação entre o Homem e a Natureza de maneira sustentável. E é com esse intuito que a XXIV Edição do Prêmio Jovem Cientista propõe para 2009 o tema Energia e Meio Ambiente – soluções para o futuro.

Cinco categorias serão premiadas: Graduado, Estudante de Ensino Superior, Estudante de Ensino Médio, Orientador e Mérito Institucional. Há ainda uma Menção Honrosa para um pesquisador com título de doutor que se destaque por sua trajetória na área relacionada ao tema do prêmio. Ele é indicado pelas sociedades científicas selecionadas previamente pelo CNPq.

O objetivo do Prêmio Jovem Cientista – uma iniciativa do CNPq, da Gerdau e da Fundação Roberto Marinho – é buscar soluções simples e acessíveis para problemas diretamente ligados à população. Nesta edição, o foco será o estudo, desenvolvimento e uso de energias alternativas, estimulando a produção e o consumo dessas fontes de energia de uma maneira sustentável, ou seja, atendendo às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das futuras gerações atenderem também às suas próprias.

Na categoria Graduado, os vencedores são agraciados com R$20 mil (1º lugar); R$15 (2º lugar) e R$10 mil (3º lugar). Para Estudantes de Ensino Superior, os valores são de R$10 mil para o 1º lugar, R$8.500 para o 2º lugar e R$7 mil para o 3º lugar. Estudantes do Ensino Médio classificados em 1º, 2º e 3º lugares recebem um computador e uma impressora cada um. Essa mesma premiação será dada aos orientadores e às escolas dos três alunos vencedores.

As inscrições podem ser feitas pela internet ou pelos Correios. O regulamento do prêmio e a ficha de inscrição estão disponíveis em www.jovemcientista.cnpq.br. Os interessados podem garantir sua participação até o dia 31 de julho.

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