Cinco dicas para economizar energia em casa

Segundo os especialistas da GE Iluminação, uma unidade da GE Consumer & Industrial na América Latina, da eletricidade total produzida no planeta, cerca de 20% é utilizada para iluminação. Porém, grande parte da energia que é necessária para este fim acaba sendo desperdiçada por maus hábitos ou porque 70% dos produtos de iluminação empregados utilizam componentes com tecnologia antiga. A boa notícia é que não é necessário muito esforço para reduzir o consumo, ajudando a preservação do meio ambiente e diminuindo as contas de luz nestes tempos de crise.

A seguir, cinco idéias simples para reduzir o consumo de eletricidade nos sistemas de iluminação das casas e escritórios:

1. A medida mais simples para reduzir o consumo de energia em uma casa ou empresa é substituir as lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Trocar apenas uma dessas lâmpadas por uma fluorescente de alta eficiência pode representar uma economia de energia de mais de 80% durante a vida útil da lâmpada. Imagine o que você poderia economizar em energia elétrica substituindo 5, 10 ou 15 lâmpadas na sua casa ou escritório! O melhor de tudo é que as lâmpadas fluorescentes proporcionan o mesmo nível de iluminação, consomem quatro vezes menos energia elétrica e duram até 12 vezes mais que as lâmpadas tradicionais.

2. Pinte as paredes interiores da sua casa ou escritório de cores claras. Desta forma, a luz se reflete nelas, facilitando a iluminação dos espaços e consumindo muito menos energia. Quando o uso de luz artificial é necessário, procure utilizar lâmpadas e sistemas de iluminação fabricados com materiais que refletem ou distribuem a luz em vez de absorvê-la. Se você precisa utilizar luminárias, os especialistas da GE Iluminação sugerem utilizar aquelas com um fluxo luminoso ou coeficiente de iluminação entre .33 e .50 para espaços pequenos e entre .55 e .80 para espaços grandes.

3. Abra as cortinas durante o dia, permitindo a entrada da luz do sol pelas janelas. Durante a noite, feche-as para evitar a perda do calor. Nos escritórios, utilize os espaços próximos às janelas para a realização das atividades mais intensas (trabalhos no computador, contabilidade, etc.) e reserve os espaços menos iluminados para atividades esporádicas (reuniões com seu grupo de trabalho ou clientes). Quando for necessário a utilização de luz artificial, procure usar somente a luz que você precisa.

Lembre-se que o exagero de luz artificial em uma casa ou escritório gera um brilho excessivo que é tão prejudicial aos olhos como a falta de luz, além custar muito mais caro! Por isso, recomenda-se reduzir a voltagem das lâmpadas, usando abajures e luminárias em vez de iluminar cômodos inteiros, instalar controles automáticos de luz e apagar as luzes ao sair de cada cômodo.

4. Compre produtos para iluminação, eletrodomésticos e artigos para casa ou escritório com certificação de eficiência energética. Por exemplo, nos Estados Unidos a certificação Energy Star (simbolizada por uma estrela) identifica mais de 30 tipos de produtos que garantem o uso eficiente de energia. Os produtos de iluminação com certificação de eficiência energética podem reduzir o consumo de energia em casas e escritórios em até 75%. O mesmo aplica-se a eletrodomésticos, aparelhos para escritório e outros produtos com esta etiqueta.

5. Para iluminação de espaços exteriores, utilize luzes com sensores de movimento que somente acendem durante a noite ou quando alguém está presente. O detector de movimentos aumentará ainda mais a economia de energia e ajudará a reduzir os custos de luz da sua casa ou escritório.

Em suma, economizar energia e dinheiro com pequenas mudanças de hábito e de nossos aparatos para iluminação é muito simples. No final da vida útil das suas lâmpadas, recicle as fluorescentes ao invés de jogá-las no lixo. Desta forma, você estará contribuindo mais uma vez, sem muito esforço, para criar um mundo melhor.

Minas terá recursos do BID para resíduos

O presidente do Banco deesenvolvimento de MInas Gerais (BDMG), Paulo Paiva, e o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, assinaram carta convênio de Cooperação Técnica para o Programa de Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos do Estado de Minas Gerais.

O objetivo do convênio é incentivar o Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos Urbanos na tentativa de erradicar os lixões no Estado. O programa visa desenvolver planos para o gerenciamento de resíduos sólidos urbanos (RSU) em municípios a serem selecionados, na forma de projeto-piloto, o que incluirá manuais para implementação, operação e monitoramento de instalações para o tratamento e disposição de RSU. A iniciativa prevê ainda, o suporte por meio de consultorias técnicas e jurídicas, para a criação de consórcios públicos entre municípios destinados à implantação do GIRSU.

Este é o segundo resultado de um protocolo de intenções firmado pelas duas instituições na Assembléia Anual de Governadores do BID realizada em Miami (EUA), em abril de 2008. O primeiro convênio, firmado em setembro último, tem recursos provenientes da SECCI (Sustainable Energy and Climate Change Initiative), uma iniciativa do BID que apoia a energia renovável.

O custo total do programa é de US$ 400 mil, dos quais US$ 320 mil serão financiados pelo Fundo Especial Japonês, por meio do BID, e US$ 80 mil correspondem à contrapartida local.

Após essa primeira etapa que envolve a elaboração de estudos de viabilidade técnica, institucional e econômica para o gerenciamento de RSU em Minas, será estudada outra cooperação para implantação de soluções técnicas adequadas.

Inicialmente, serão financiados serviços de consultoria para preparar um manual com procedimentos passo a passo para elaborar e implementar planos de gerenciamento de RSU. Este manual poderá ser utilizado por qualquer município para melhorar o sistema de gerenciamento de RSU.

Em seguida, será financiada uma consultoria para desenvolver plano de GIRSU para municípios que serão selecionados. O plano seguirá os mesmos princípios e conteúdos básicos do manual com procedimentos para elaborar e implementar planos de gerenciamento de resíduos sólidos porém, será mais detalhado e aplicado para um caso específico e real.

A criação de consórcios de municípios para o gerenciamento de RSU tem sido uma tendência no Brasil. Esse componente financiará serviços de consultoria para o desenvolvimento de um programa de suporte à criação de consórcios públicos entre municípios e/ou criação de parcerias público-privadas para implementar sistemas de gerenciamento.

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