Dicas para o ecocidadão

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo lançou, na semana passada, em cerimônia realizada no Centro de Referência em Educação Ambiental (Crea), em São Paulo, o livro Ecocidadão.

Com 110 páginas impressas em papel reciclado e com dezenas de ilustrações, a obra, escrita pelas técnicas da Coordenadoria de Educação Ambiental da secretaria Denise Scabin Pereira e Regina Brito Ferreira, é destinada a professores e pesquisadores das áreas de Ecologia e Meio Ambiente.

O livro mostra como o cidadão comum pode se mobilizar para evitar ou amenizar os problemas ambientais como o desperdício de água e energia, geração de lixo, ruídos, aquecimento global e preservação da fauna e flora.

Explica quais materiais podem ou não ser reciclados e também apresenta um glossário com termos técnicos mais utilizados por especialistas em Meio Ambiente.

Com tiragem de 30 mil exemplares, em um primeiro momento a publicação será distribuída para a rede oficial de ensino fundamental e médio do Estado, bibliotecas e outras instituições de ensino e pesquisa interessadas.

O livro oferece ainda uma lista com nomes de especialistas brasileiros que podem ajudar os docentes a tirar dúvidas antes de trabalhar a temática ambiental na sala de aula.

O Ecocidadão é o segundo título da série Cadernos de Educação Ambiental, iniciada pela secretaria em novembro de 2008 com a obra As águas subterrâneas do Estado de São Paulo.

Ao todo serão lançadas 19 publicações que abordarão temas como agricultura sustentável, biodiversidade, consumo e ecoturismo, a fim de serem trabalhadas em salas de aula e também servirem de suporte a pesquisadores, técnicos e ambientalistas.

As instituições de ensino e pesquisa interessadas em adquirir a obra devem encaminhar solicitação para a Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente pelo e-mail cea@ambiente.sp.gov.

Mais informações: (11) 3723-2747.

Fonte: Agência Fapesp.

Monitorando a sede das árvores

Pesquisadores israelenses do Instituto Volcani de Agricultura desenvolveram um dispositivo que, instalado no caule de uma árvore, permite medir os níveis de água da planta. Quando eles estiverem abaixo do necessário, esse dispositivo avisa o proprietário através de e-mail ou aciona um sistema de irrigação.

O dispositivo mede a condutividade elétrica dentro da árvore – um parâmetro para avaliar o “stress” dela. Segundo os pesquisadores Eran Raveh e Arieh Nadler, muito produtores de cítricos, manga, bananas e vinicultores já manifestaram interesse na tecnologia. Trata-se de um mecanismo barato, simples e preciso, dizem Raveh e Nadler.

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