Curso aborda tratamento de efluentes de indústrias alimentícias

Numa iniciativa do site tratamento de água, em parceria com a Revista Aguaonline – cujos leitores terão um desconto de 10% na inscrição – será realizado no dia 17 de fevereiro, na Universidade São Marcos – São Paulo/SP, um curso sobre Tratamento de Efluentes para Indústrias Alimentícias, ministrado pelo engenheiro José Luiz Papa. O objetivo do curso é fornecer o embasamento técnico e teórico para a otimização da operação em sistemas de tratamento de efluentes

A proposta do curso é oferecer treinamento teórico, abordando os principais aspectos sobre sistemas de tratamento de efluentes, incluindo:

# Conceitos Básicos de Poluição Ambiental por Efluentes Industriais (conceito de poluição, impacto nos corpos receptores, conceito de DBO e DQO, Oxigênio Dissolvido, etc.);

# Geração de Efluentes nas Indústrias Alimentícias;

# Conceitos Básicos da Legislação Ambiental;

# Tipos de Tratamento de Efluentes:

– Pré-Tratamento;

– Tratamento Primário: Decantação / Flotação por Ar Dissolvido;

– Tratamento Secundário: Lagoas;

– Tratamento Secundário: Lodos Ativados;

– Tratamento Secundário: Biodigestão Anaeróbica;

– Desidratação do Lodo;

# Parâmetros e Metodologia de Controle Operacional;

#Qualidade e Destinação Final dos Efluentes e Lodo.

Informações: cursos@tratamentodeagua.com.br

Os leitores da Aguaonline que tiverem interesse em usufruir do desconto enviem um e-mail para:

agua@aguaonline.com.br

Brasil já tem seu Plano de Recursos Hídricos

O Brasil é o primeiro país da América Latina a ter um Plano Nacional de Recursos Hídricos sob a ótica da gestão integrada. O documento foi aprovado nesta segunda-feira (30/01), por unanimidade, pelo Conselho Nacional de Recursos Hídricos e traz um conjunto de diretrizes, metas e programas para garantir o uso racional da água no Brasil até 2020.

Ao abrir a reunião do Conselho, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, ressaltou o caráter inovador do plano brasileiro, que leva em conta não apenas aspectos hídricos, mas também fatores econômicos, culturais e sociais. Ela acrescentou que a matéria é de vital interesse para o País, que concentra 12% das reservas mundiais de água doce.

O Plano Nacional de Recursos Hídricos foi elaborado pela Secretaria de Recursos Hídricos do MMA, em parceria com a ANA – Agência Nacional de Águas, CNRH, e contou com a participação de cerca de 7.000 pessoas, por meio de oficinas e seminários realizados em todo o Brasil. O documento traz metas de curto, médio e longo prazo e propõe a implementação de programas nacionais e regionais, bem como a harmonização e a adequação de políticas públicas, visando estabelecer o equilíbrio entre a oferta e a demanda de água. O objetivo é assegurar as disponibilidades hídricas em quantidade e qualidade para o seu uso racional e sustentável.

O secretário de Recursos Hídricos do MMA, João Bosco Senra, destacou que, ao elaborar o plano, o Brasil cumpre compromissos internacionais como o assumido com a Organização das Nações Unidas e com a Cúpula Mundial de Johannesburgo para o Desenvolvimento Sustentável (Rio + 10), que estipulou o ano de 2005 para que os países apresentassem seus planos de gestão integrada de recursos hídricos. “O Brasil é um dos poucos países do mundo e o único na América Latina a cumprir essa meta”, disse Senra.

O PNRH contou com um grande número de colaboradores técnicos e financeiros, entre os que se destaca o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que apoiou financeiramente à elaboração do Plano, através de um convênio de Cooperação Técnica assinado com a SRH. Segundo Alberto Palombo, Assessor Geral do PNRH e consultor do BID, “a experiência da elaboração do PNRH é muito importante para a região latino-americana, já que a metodologia para a elaboração está documentada e passa a ser um exemplo a seguir, pois coloca em um plano nacional de água os fundamentos das Metas do Milênio, Agenda 21 e os Princípios de Dublin, e estabelece ações, prioridades e o cronograma para a sua consumação na prática. Todo isto foi feito de forma negociada entre os atores, usuários e órgãos oficiais encarregados das políticas públicas”. Acrescentou que “um aspecto interessante do PNRH é que ele começa com um grande senso de propriedade solidária e compartilhada, de que não se trata simplesmente de um plano do governo, mas de um compromisso entre todos os interessados para alcançar uma gestão racional no cenário que busca que todos tenham água, e que todos respeitem o direito dos outros de terem acesso a ela. Isto é sumamente importante para o desenvolvimento de um país como o Brasil”.

Forum do Rio Doce

O 2º Fórum das Águas do Rio Doce será realizado em Colatina (ES) de 29 a 31 de março de 2006, numa promoção Projeto Águas do Rio Doce – www.aguasdoriodoce.com.br e promoção do IEMA – Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo / SEAMA – Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo, IGAM – Instituto Mineiro de Gestão das Águas / SEMAD – Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais e Prefeitura Municipal de Colatina.

Engenharia de Saúde Pública

A Fundação Nacional de Saúde (Funasa)/MS promoverá o III Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública, tendo como tema “Saneamento, Sustentabilidade e Inclusão Social”. O evento destina-se a ampliar o debate político, técnico e científico alcançado nas duas primeiras edições, cujos temas foram: “Saneamento, Ambiente e Vida” e “Inovações Tecnológicas em Saneamento Ambiental”.

Tema Central:

Discussão das políticas públicas de Saneamento Ambiental e de inclusão social, e as estratégias de sustentabilidade das ações de Engenharia de Saúde Pública, em suas abordagens tecnológica, gerencial e social.

Formato do III Seminário Internacional

1. Painéis Temáticos com a participação de expositores nacionais e internacionais, em nível de excelência, a serem convidados pela Funasa.

2. Mesas-redondas com apresentações técnicas, abordando temas relacionados ao passivo histórico do saneamento ambiental e às questões atuais, nacionais e internacionais.

3. Mostra de pôsteres

3.1. III Mostra de Experiências Bem-sucedidas nacionais e internacionais, em saneamento ambiental e engenharia de saúde pública, selecionadas entre os trabalhos candidatos.

3.2. III Mostra de Estudos e Pesquisas da Funasa: inovações e experiências bem-sucedidas selecionadas entre os trabalhos desenvolvidos por técnicos da Funasa.

3.3. I Mostra de Pesquisas da Funasa: pesquisas financiadas pela Funasa.

3.4. I Mostra de dissertações de curso de mestrado financiado pela Funasa.

4. Feira institucional: Estandes de instituições atuantes em saneamento ambiental para apresentarem de suas experiências e propostas de trabalho de acordo com os objetivos do III Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública.

Inscrição no III Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública a partir de 1/2/2006.

Inscrição e envio de trabalho na III Mostra de Experiências Bem-Sucedidas e III Mostra de Estudos e Pesquisas da Funasa no Banco de Experiências Bem-Sucedidas. A data-limite para envio de trabalhos técnicos é 10/2/2006.

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