Ozônio em queda no Ártico

Agência FAPESP – As temperaturas registradas na atmosfera ártica em dezembro de 2004 foram as mais baixas dos últimos 50 anos. Como o frio intenso continua, a expectativa dos pesquisadores europeus é que os teores de ozônio estratosférico sobre o extremo norte do planeta despenquem nas próximas semanas.

O fenômeno já começou, segundo um informe emitido no último dia 31/01 pelo Departamento de Ciência e Pesquisa da Comissão Européia. As condições climáticas do Ártico neste inverno apenas reforçam a tese que os pesquisadores da Antártica já tinham detectado em anos anteriores. Quanto mais frio o ar, maior a queda no ozônio estratosférico.

A explicação científica para o fato é a formação das chamadas nuvens polares estratosféricas, que surgem quando o ar está em 80 graus negativos e não são constituídas somente por vapores de água como as nuvens tradicionais. Os cientistas já sabem que elas possuem monóxido de cloro. E é essa composição química que reagiria com o ozônio, retirando-o da atmosfera.

Com os dados obtidos nos últimos dias, os pesquisadores que participam de um projeto internacional de monitoramento das condições atmosféricas – que reúne dados de mais de 59 instituições de 19 países europeus – já não tentam mais estudar se haverá ou não a queda. A pergunta que se faz agora é de quanto será a diminuição do teto de ozônio.

O fenômeno, caso continue intenso, poderá afetar, além da região polar, a Escandinávia e até países da Europa Central, afirmam os pesquisadores. No Sul do globo, desde 1980 a camada de ozônio sofre uma diminuição brutal durante os meses de inverno. Em alguns casos ela desaparece por completo, formando o que se convencionou chamar de buraco de ozônio. No Ártico, apesar de também haver uma variação importante ano a ano, em nenhum momento nos últimos 20 anos a camada de ozônio chegou a desaparecer por completo. Pelo menos, até agora.

Foto:Thomas Seiler

Ecobreves

(Terramérica)

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