Por 97 votos a 1 o Senado norte-americano aprovou na última semana requerimento à Agência de Proteção Ambiental (EPA) para que as novas regulações – mais rigorosas quanto aos padrões de arsênico na água potável – sejam tornadas obrigatórias. Antes de deixar a presidência Bill Clinton havia proposto o índice máximo de 10 ppb mas em março o presidente Bush adiou o debate sobre o tema prolongando a vigência das regras que permitem até 50 ppb. Agora o assunto volta à tona, numa evidente pressão sobre as decisões relacionadas com questões ambientais do atual ocupante da Casa Branca. Uma das determinações de Clinton era que o governo informasse os cidadãos, através de correspondência, sobre a presença ou não de arsênico na água de consumo doméstico.
Em outra votação, por 218 a 189, o Senado aprovou recomendação à EPA para que os padrões estabelecidos na decisão anterior não sejam reduzidos. Existe confronto também quanto à data da vigência das regras que para Bush deve ser depois de 2006.
Unidade móvel

A CAESB está oferecendo a seus usuários um serviço de unidade móvel que cumpre roteiros pelas principais regiões de modo a ficar mais perto do cidadão.
Todos os serviços prestados nos escritórios regionais, como solicitações de ligação, 2ª via de conta, parcelamentos de dívida, revisão de conta, alteração de conta, alteração de nome, avisos de vazamentos de água na rua, escoamento de esgoto nas vias públicas, etc. são oferecidos na unidade.
Debêntures
A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) está buscando captar no mercado interno R$ 100 milhões em debêntures não conversíveis em ações.
Esse é o segundo lançamento da empresa. Em 1997 foram lançados R$ 30 milhões, já resgatados. A expectativa dos analistas do Banrisul é que até o final de agosto o dinheiro esteja no caixa de empresa. Ele será utilizado na melhoria dos sistemas de água e esgoto e na expansão da micromedição.

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