Os meses de janeiro e fevereiro fazem a transposição de milhões de pessoas das cidades para o litoral para aproveitar as férias e usufruir das lindas praias brasileiras. O triste nessa migração espontânea é que o espírito predatório da chamada “civilização” vai junto com os veranistas.
Além da sobrecarga aos sistemas de água e esgoto a multiplicação da produção de lixo, o alto consumo de bebidas e a falta de educação ambiental resultam em um panorama desolador a cada manhã quando os primeiros caminhantes chegam à beira da praia.
É pena que não se aproveite melhor este tempo ocioso para fazer a iniciação ambiental desses milhares de visitantes de nosso litoral. Com raras e honrosas exceções nossas praias são um péssimo cartão postal a revelar nosso pouco caso com o ambiente.
E, ao contrário do que muita gente pensa, isso não é meramente uma obrigação dos poderes públicos. Cada um de nós, contribuinte e gerador do lixo e dos esgotos também temos obrigação de ajudar nesta tarefa.
Boa leitura!
Cecy Oliveira – editora
A Vez dos Leitores
Aquífero
As evidências de que as agrandes corporações estão de olho na nossa água subterrânea deve ser um alerta para que cuidemos melhor de nossos recursos naturais. Eles nos mostram que a América Latina é um continente riquíssimo. Por isso o sr. Bush quer uma Alca segundo suas regras. Rubens Dias – São Paulo
Tarifação
Eu curso o quarto ano da Faculdade de Direito.Desde o primeiro ano que penso em fazer uma monografia sobre a tarifação do uso da água. Porém pesquisando sobre o assunto águas achei a Lei estadual 10.350/94 e a Lei federal 9.433/97. A primeira foi feita no Estado do Rio Grande do Sul e a segunda prevê que quem irá organizar tudo isto é a União. Como fica a situação do RGS? Ele pode continuar a fazer a tarifação, por ser rios e não se tratar de águas
subterrâneas. Eu gostaria de saber se teria outros temas melhor para
defesa de monografia de direito?!
Moara
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