
“A escola não é o lugar apenas para se aprender Matemática ou Português, mas também para se tornar cidadãos. Precisamos de mais educação ambiental, conhecer o que a lei permite e não permite, o que os jovens podem fazer pelo meio ambiente”.
Esta é a opinião da estudante gaúcha Taíse Juliana Lampert, 12 anos, da 7ª Série, do município de Coqueiros do Sul, a 300 quilômetros de Porto Alegre, que participou da Conferência Infanto-juvenil do Meio Ambiente que levou a Brasília 400 delegados, escolhidos em eventos preparatórios que alcançaram 15.148 escolas em todo o Brasil, somando mais de 5 milhões de jovens.
No último dia do encontro a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, recebeu a carta Jovens Cuidando do Brasil, que reúne as propostas elaboradas pelo jovens delegados de todo o país durante os três dias da 1ª Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente.
Durante a cerimônia de abertura da Conferência Nacional do Meio Ambiente foram trazidas sementes de árvores nativas de cada um dos Estados do país para serem plantadas em pequenos vasos que depois foram regados pelo presidente da República e pela ministra do Meio Ambiente.
Paraná que recuperar mata ciliar

Espécies
No norte as espécies indicadas são a peroba, palmito, catiguá, jangadeira e crindiúva. Já no sul a araucária, cedro, imbuia, bracatinga e a pororoca são as melhores opções. Os municípios com atividades concretas de restauração e preservação da mata ciliar deverão ter o seu ICMS ecológico potencializado.
A secretaria de Meio Ambiente fará o monitoramento, através de geoprocessamento, de todas as áreas incluídas no programa para avaliar a evolução do trabalho nas propriedades. Com isso estará sendo criado o primeiro banco de dados estadual, que deverá reunir informações sobre a quantidade de rios e de matas ciliares existentes no Paraná.
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