Congresso discute Saneamento

Enquanto as principais lideranças discutem a perspectiva de que se abra um novo ciclo de participação da área privadas em investimentos do setor, o Congresso Nacional traz ao debate o futuro dessa área estratégica da infra-estrutura, através do seminário os Rumos do Saneamento Ambiental no Governo Lula, que ser realizará nos dias 27 e 28 de agosto, em Brasília, no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados.

O evento será aberto às 19h do dia 27, com a conferência Aspectos Jurídicos que envolvem o direito ao Saneamento Ambiental, a cargo do Procurador de Justiça do Estado de São Paulo, Herman Benjamim. No primeiro painel do dia 28, das 9 h às 12 horas serão debatidas as propostas do Governo federal para o Saneamento Ambiental, com as seguintes participações:

Coordenação da Mesa: Deputada Maria do Carmo Lara – PT/MG – Presidente CDUI;

Painelistas: Ministérios: das Cidades, do Meio Ambiente, da Integração Nacional e da Saúde, além da Agência Nacional de Águas e Caixa Econômica Federal.

O Painel 2 vai analisar as Propostas do Legislativo para o Saneamento Ambiental, das 13h30min. às 16h30min. com as seguintes participações: Coordenação da Mesa: Deputado Givaldo Carimbão–PSB/AL – Presidente CDCMAM; Relator: Silvano Silvério da Costa, Presidente da ASSEMAE; Painelistas: Deputados Maria do Carmo Lara – PT/MG, Luciano Zica – PT/SP, Mendes Thame – PSDB/SP, Fernando Gabeira – PT/RJ, Aroldo Cedraz – PFL/BA, Ronaldo Vasconcellos – PTB/MG e Virgílio Guimarães – PT/MG.

O último painel debaterá as Propostas da Sociedade para o Saneamento Ambiental, das 17h às 20 h tendo na coordenação o deputado Luciano Zica. Participam representantes da Assemae, ABES, AESBE, FNU, ABCON, CEIVAP, FNSA e do

Fórum Lixo e Cidadania

Informações:

Ouvidoria Parlamentar: ouvidoria@camara.gov.br

Inscrições pela Internet:

www.camara.gov.br

Ogallala perde suas reservas

Ogallala, o maior aqüífero dos Estados Unidos – 500 mil km² – está perdendo suas reservas. Pelo fato de não ser um lago subterrâneo – é uma estrutura esponjosa formada há mais de 20 milhões de anos – é considerada água fóssil, com a característica de necessitar de um tempo maior para reservação. A exploração intensiva nos últimos 40 anos, para irrigação fez com que o manancial fosse perdendo sua capacidade de reposição. Hoje a extração de água do lago excede em 160% a taxa natural de recarga do aqüífero o que poderá determinar que deixe de ser um manancial produtivo em 40 anos.

As estimativas indicam que em 2040, a população dos Estados Unidos será de 510 milhões de habitantes, com o paradoxo da redução da superfície cultivável de: de 0,7 a 0,3 hectares per capita.

Um outro agravante para o país é que 95% da água potável dos Estados Unidos vem de fontes subterrâneas. As fontes estão secando porque os granjeiros bombeiam o líquido mais rápido do que a capacidade de reposição através da chuva.

Ogallala está se reduzindo a uma taxa de 12.000 bilhões de m³ ao ano. A redução total até agora chega a cerca de 325. bilhões de m³, volume igual ao fluxo anual de 18 rios do Estado de Colorado. O Ogallala se estende do Texas a Dakota do Sul e suas águas alimentam 1/5 das terras irrigadas dos Estados Unidos. Muitos granjeiros estão abandonando a agricultura irrigada, ao darem-se conta das conseqüências de um bombeamento excessivo, e de que a água não é um recurso inesgotável.

Fonte: BBC News

Edição 172 – 21 a 27/08/2003

Lavar as mãos

Este gesto simples pode ser um eficiente modo de prevenir centenas de internações hospitalares e dezenas de mortes, especialmente em crianças.

Adote essa idéia!

Não à privatização

A Confederação Campesina do Peru convoca para 25 de setembro próximo uma Jornada Nacional de Luta, tendo como uma das principais reivindicações o Não à Privatização da Água – Não à entrega em concessão a empresas privadas. A Confederação também quer uma Lei que garanta o uso e o justo acesso à água para os pequenos produtores e comunidades campesinas.

Fonte: Rede Latino-americana de Jornalismo Ambiental

Tecnologia

Para possibilitar o monitoramento simultâneo das pressões de rede e da qualidade da água servida à população a Companhia Municipal de Saneamento de Novo Hamburgo (Comusa) está implantando 50 Pontos de Controle de

Qualidade (PCQs), que representam 1/3 de todas as coletas mensais externas feitas pela companhia.

Os PCQs, uma das melhorias introduzidas pelo programa de qualidade (Qualiágua, COMUSA em Ação), são caixas de metal vazias com uma saída de água ligada às redes por onde as equipes coletam amostras diárias para análises físico-químicas e bacteriológicas e medem as pressões de rede.

Conforme o diretor-presidente da COMUSA, Silvio Klein, os PCQs fornecem um indicativo imediato das condições de uma área ou região. “Se houver alterações podem ser investigadas as causas e feitas as correções de forma mais rápida”, explica.

Fonte: Comusa

Leave a Reply

Your email address will not be published.