
Muito interessantes os dados relacionados com o hábito, já espalhado pelos cinco continentes, de uso da água engarrafada. Eles estão no site do Ano Internacional da Água: www.wateryear2003. Veja alguns: O consumo de água engarrafada não parou de crescer durante os últimos 30 anos.
Hoje é a atividade mais dinâmica do setor da alimentação e bebida: o consumo mundial aumenta a um ritmo anual de 12%, apesar de seu preço elevado comparado com o da água corrente. Em média, cada indivíduo consome 15 litros de água engarrafada ao ano. Os europeus ocidentais são os maiores usuários, consumindo quase a metade da produção mundial de água engarrafada com uma média de 85 litros por pessoa/ano.
Quais são os diferentes tipos de água engarrafada?
Água mineral natural
Água subterrânea protegida contra os riscos de contaminação e caracterizada por um nível constante de minerais e oligoelementos. Esta água não pode ser tratada, nem ser adicionada de minerais ou qualquer elemento exógeno, como sabores ou aditivos.
Água de fonte
Água engarrafada derivada de uma formação subterrânea da qual flui a água de forma natural à superfície da terra. A água de manancial deve ser extraída unicamente na fonte ou com a ajuda de uma adutora que atravessa a formação subterrânea até encontrar o manancial.
Água purificada
Água superficial ou subterrânea que foi tratada para que seja apta para o consumo humano. Só se diferencia da água da torneira pela maneira de se distribuir (em garrafas em lugar de ser através de canalizações) e em seu preço.
Água artesiana
Água de um poço que explora um aqüífero em que o nível da água é superior à da parte alta do aqüífero.
Água com gás
Através do tratamento e a possível restituição do anidrido carbônico, contém a mesma quantidade de anidrido carbônico que tinha na fonte (não confundir com soda ou água tônica).
Água de poço
Água que se extrai através de uma perfuração na terra que explora um aqüífero.
Não ao alumínio
O site chileno No Alumysa – www.noalumysa.cl reúne dados e informações sobre a campanha contra a multinacional Alumysa. Segundo o site “a Patagonia chilena está ameaçada por um megaprojeto da transnacional canadense Noranda Inc., empresa de mineração que se propõe a construir uma das plantas redutoras de alumínio maiores do mundo na região de Aysén que tem 4,8 milhões de hectares de bosques nativos, 1,1 milhão de hectares de zonas úmidas e 1,8 milhão de hectares de neves e glaciares.
Este pedaço do Chile se destaca por manter características que hoje em dia são escassas no mundo como: milhares de hectareas de bosques e ecossistemas virgens com espécies de fauna e flora únicas no planeta, céu limpo e ar puro, lagos e rios não contaminados e lagoas como San Rafael e Campos de Hielos, que é considerada como uma das maiores reservas de água doce do planeta.
É nesse contexto que se pretende instalar o megaproyecto denominado “Alumysa” que implica na construção de uma fábrica redutora de aluminio, três centrais hidroelétricas e seis represas, um porto entre outros equipamentos que podem descaracterizar completamente uma região com turismo ecológico florescente.

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