A série de propostas oriundas dos debates de técnicos das áreas de obras e saneamento do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, reunidas na Carta de Porto Alegre acende uma luz de esperança de que a prioridade sempre reclamada para o saneamento esteja chegando.
Tanto os governadores, quanto os secretários de Obras, Saneamento e Infra-estrutura, como os presidentes das Companhias de Saneamento dos três estados do Sul foram enfáticos ao proclamarem a importância das condições de salubridade ambiental para o desenvolvimento e qualidade de vida de gaúchos, catarinenses e parananenses.
A novidade promissora foi o empenho dos secretários, capitaneados pelo titular da Secretaria de Obras Públicas e saneamento do Rio Grande do Sul , Frederico Antunes, em assumir a parcela de responsabilidade que lhes cabe pela implantação de uma efetiva política estadual de saneamento, orientadora e disciplinadora de ações principalmente nas localidades ainda não atendidas pelas companhias estaduais de Saneamento e cujas populações não contam com eficiente infra-estrutura de água e esgoto. Pode parecer incrível mas somente no Rio Grande do Sul há mais de 100 pequenos municípios nessa situação além de outros em Santa Catarina e Paraná.
Quando se fala em sistema de esgoto a situação é de envergonhar, como disse o presidente da Casan (SC), Valmor de Luca. Também o presidente da Corsan, Vitor Bertini, lamentou que somente 10% das ligações de água atendidas pela empresa contem com serviços de esgoto.
A iniciativa do governador Germano Rigotto (RS) de enviar à Assembléia Legislativa um projeto de lei instituindo o Conselho, a Política e o Fundo Estadual de Saneamento deve ser saudada por todos os que se preocupam com esse tema. Principalmente levando-se em conta que é nessa altura de uma administração que os assuntos relevantes vêm à baila.
Boa leitura!Cecy Oliveira – editora
A Vez dos Leitores
Consumo reduzido
Eu tenho uma idéia simples e eficiente para diminuir o consumo de água nas casas. Gostaria de saber onde posso encontrar alguém que possa me ajudar a pôr esta idéia em prática.
Mauro Antônio Vicente – mauro-vicente@ibest.com.br –
Aguaonline 1
Gostaríamos de parabenizar esta revista pela qualidade e relavância das informações e assuntos que vêm sendo tratados. Continuem assim, procurando um aperfeiçoamento contínuo.
João Antônio Queiroz de Carvalho –
Aguaonline 2
Parabéns as matérias estão excelentes e estão ajudando bastante no desempenho de minhas funções como educadora.
Sheila Fontes
Aguaonline 3
Quero parabenizar toda a equipe pela brilhante edição.
José Maurício – Volta Redonda –
Operadores de ETE
Sou leitor assíduo deste que tenho considerado a melhor base de informações relativas à água e meio ambiente dos últimos tempos. Farei um curso de treinamento para operadores de ETE, no próximo mês e gostaria de receber material informativo desta área para os participantes que serão em um total de 10 pessoas deste já agradeço colaborações.
Sidinei P. Ortiz – sidneyortiz@bol.com.br
Esgoto no Guaíba
E verdade o Rio Grande tem os melhores níveis de qualidade de vida do Brasil. E verdade que Todas as cidades da Grande Porto Alegre despejam a quase totalidade de seus esgotos in natura no Guaíba. É verdade que quase nada está sendo feito para mudar esta situação. É verdade que temos um “mundo” de água potável as beiras de Porto Alegre com captação fácil e tratamento barato, e no entanto as taxas que pagamos de água comparadas à abundância e facilidade de captação, são extorsivas. Já enviei e-mail a muitos vereadores, mas nunca obtive respostas, eles são assim mesmo, depois de eleitos isolam-se no poder e só nos procuram quando o mandato termina. Saudações.
Samuel
Semi-árido
Sou Eng.Agrônomo e trabalho numa visão mundial que vem desenvolvendo uma rica experiência de armazenamento e captação de água de chuva no semi-árido brasileiro. o projeto, apoiado por uma empresa da Suíça, está difundindo a utilização de tecnologias de convivência com o semi-árido. Nos colocamos a disposição para os interessados em conhecer como através de obras simples e baratas mudar a realidade de muitas famílias no semi-árido brasileiro.
Alexandre Lima – alexandre_oliveira@wvi.org
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