
O hábito da economia
A economia é um bom hábito. Todos coincidimos sobre este tema quando nos referimos ao dinheiro, especialmente, porque consideramos que com isto teremos uma certa segurança para nós mesmos e nossa família. O dinheiro é, então, um bem que nos dá tranqüilidade para superar diversas situações.
A água é um bem que representa uma garantia para toda a humanidade e para as diversas formas de vida. Como não pensar na economia da água?
Para começar a pensar neste tema, é bom recordar a famosa frase de Benjamin Franklin: “Quando os poços se tornarem secos saberemos o valor da água”.
O desafio da economia é precisamente que não esperemos que nossos poços se tornem secos para começar a tomar medidas apropriadas que evitem a escassez. A economia é chave para uma boa gestão.
Este tema se relaciona de maneira direta com as reflexões dos capítulos anteriores. É necessário ter uma visão integradora e integral sobre a água e seu manejo, de maneira que se possa incorporar todos os elementos centrais que permitam uma gestão racional e sustentável. Para isso é preciso ter em conta que a água, como um recurso escasso, deve ser distribuída de maneira adequada, com uma visão da importância da economia. Também é fundamental incluir as considerações de equidade que estabelecem que todos os seres humanos devemos contar com este valioso recurso para assegurar a vida. Finalmente, é preciso incorporar os critérios ecológicos que coloquem em evidência o valor da água em todos os ciclos vitais, como base para uma real sustentabilidade.
Todos estes aspectos, políticas e instrumentos requerem expressar de maneira concreta a viabilidade dos processos sociais orientados para uso racional, ético e sustentável do recurso água.
A manutenção e a revisão dos processos produtivos
O tema da manutenção da infra-estrutura relacionada com o abastecimento de água é fundamental, uma vez que as más condições das instalações são as que produzem as maiores perdas de água. É comum também que os processos produtivos da agricultura e da indústria tenham sérias deficiências que contribuem para desperdícios e gastos excessivos.
A manutenção
Não são somente os bons hábitos pessoais que contribuem para a economia. Também é importante fazer a manutenção das instalações relacionadas com a água. Por exemplo, o bom estado das canalizações, as duchas e vasos sanitários, os depósitos e registros de água e demais elementos relacionados permitem realizar economias importantes e evitar o volume de desperdício referidos no capítulo anterior. Muitas vezes, o conserto de um registro ou do vazamento de uma canalização evitam perdas consideráveis de água e de dinheiro.
A manutenção deve ser realizada por todos os setores da população, desde o pequeno usuário até os responsáveis das grandes empresas, as autoridades municipais e demais grupos relacionados com a vida social e econômica. É uma responsabilidade geral atender a manutenção e evitar que se produzam estragos por uso irresponsável.
Economizando a água garantimos a vida e o desenvolvimento!
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