São Paulo promove produção mais limpa

De 22 a 26 de julho, São Paulo promove a Semana da Produção Mais Limpa. Organizado por empresas como a Sabesp, a Cetesb e o Senai, o evento tem como objetivo divulgar conceitos, técnicas e práticas para a produção mais limpa e menos agressiva ao meio ambiente.

Segundo Tânia Mara Gasi, secretária executiva do evento, “na qualidade de uma das maiores empresas ambientais do mundo, a Sabesp atua como executora dos programas para fomentar ações, articular estratégias e políticas e instituir paradigmas de desenvolvimento sustentável”. O público alvo é formado por ONGs, organizações empresariais e estudantes interessados em conhecer caminhos para melhoria no ambiente de trabalho, preservação e redução ou fim de conflitos com órgãos de controle ambiental. Muitas vezes os resultados obtidos com a adoção desses programas vão além do que a lei exige, pois além da questão ambiental há o retorno de investimentos e melhoria da imagem da empresa, explica Tânia.

Além disso, as empresas não sofrem apenas pressões de ordem legal, mas também por parte dos consumidores e do mercado que estão, cada vez mais conscientes e exigentes em relação aos aspectos ambientais. Na conferência, além de experiências positivas no Brasil e em outros países, mostra-se que mudanças tecnológicas, investimentos, mudança na mentalidade e qualificação da mão-de-obra, apresentam a nova atitude da empresa.

O encontro será o primeiro de uma série, onde serão desenvolvidos temas que iniciarão projetos e atividades durante o ano, para que na próxima conferência, novas experiências e propostas possam ser divulgadas. “Existe ainda muito desconhecimento sobre o significado de expressões como prevenção à poluição e produção mais limpa. No entanto quando a mensagem é recebida, é muito fácil perceber as vantagens inerentes” conclui Tânia.

Maiores informações, disponíveis nos sites:

www.mesaproducaomaislimpa.sp.gov.br

De acordo com Tânia Gasi, ao invés de instalar estações de tratamentos de resíduos, efluentes e emissões, a proposta da produção mais limpa é não gerar os

Críticas à restauração dos Everglades

Meio Ambiente e Saúde

A suspeita de que a poluição ambiental, causada principalmente pelo uso intenso de agrotóxicos levou o prefeitura da cidade de Guaíra (SP) a pesquisar a causa da ocorrência de inúmeros casos de anencefalia – nascimento de bebês sem cérebro. Já são três casos nos últimos 12 meses, quando ocorreram cerca de 500 partos. A média tolerada pela Organização Mundial de Saúde é de 1 caso para cada 1.000 partos.

Agora a prefeitura vai começar a coletar amostras de sangue de 100 pessoas para uma pesquisa que possa descartar ou confirmar a relação entre a contaminação ambiental e a malformação. O estudo será realizado em São José do Rio Preto pela mesma equipe que analisou os casos de anencefalia em Cubatão, no ano de 1981.

Discriminação ambiental

A denúncia é do boletim Radipaz: 4.000 familias hispânicas, residentes em Denver (EUA), deverão viver entre o chumbo e o arsênico. O governo dos Estados Unidos cortou os recursos para limpar 5 bairros contaminados pela ação industrial de dezenas de anos atrás. Lorraine Granado, Diretora do Family Resource Center, assinala que os hispânicos são objeto de um novo episódio de racismo ambiental por parte do Governo e das indústrias. Granado qualificou o Presidente Bush como “antiambientalista” e “a favor das corporações e dos ricos”. A contaminação afeta diretamente a cerca de 20 mil pessoas. 650 casas estão expostas à presença altamente perigosa de substâncias tóxicas, onde residem 300 crianças em idade pré-escolar

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