Conama disciplina resíduos da construção civil

Proposta de resolução aprovada na 66ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), dia 5, induzirá à reutilização e reciclagem dos resíduos sólidos da construção civil, diminuindo a concentração desses materiais no meio ambiente. Segundo Rosa Helena Zago Lóes, do Grupo de Trabalho de Resíduos da Construção Civil, responsável há mais de um ano pelos estudos e elaboração da proposta de resolução do Conama, com a medida, municípios e o Distrito Federal terão que elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos

Sólidos. Por meio desse planejamento serão definidas as áreas para recebimento, triagem, armazenamento temporário e de processamento dos resíduos, bem como uma proposta para os pequenos geradores.

“O princípio é não gerar”, resume a assessora da diretoria de Licenciamento e Qualidade Ambiental do Ibama, Rosa Lóes. Com a aprovação da resolução, ressalta, o benefício é amplo. “Ganha o meio ambiente, já que esses materiais deixarão de ser depositados de forma indevida em locais como encostas, lotes vagos e estradas e o setor da construção civil, uma vez que o custo de produção desse material secundário é 40% menor que o custo da matéria-prima”, destaca.

A resolução do Conama entra em vigor em janeiro de 2003 e prevê o prazo máximo de 12 meses para que os municípios e o Distrito Federal elaborem os programas de gerenciamento. A medida define como resíduos da construção

civil aqueles provenientes de obras, reformas, reparos, demolições de obras da construção civil e os resultantes da preparação de escavação de terrenos.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MMA

UV sem mercúrio

Com sede corporativa em Reston, Virgínia, EUA, a LightStream Technologies, Inc. está anunciando o lançamento de tecnologia para a desinfecção da água, isenta de mercúrio, utilizando luz ultravioleta (UV) pulsada em alta intensidade. Em recente conferência na Ásia o tema desinfecção da água dominou os debates. Um Relatório da World Water Vision de 2000, comentado no evento, afirma que uma entre cinco pessoas, no mundo, não têm acesso à água potável segura, e metade das pessoas não têm acesso ao saneamento. Paralelamente, o relatório afirmou que a cada ano de três a quatro milhões de pessoas morrem de doenças transportadas através de águas poluídas, incluindo mais de dois milhões de crianças pequenas.

Dos métodos de desinfecção em uso e analisados nos debates o cloro é o mais largamente utilizado, mas apresenta subprodutos que estão sendo intensamente estudados em todo o mundo por causa da possibilidade de contribuírem para o surgimento de doenças como o câncer. Oficiais da saúde e operadores de água pública têm também levantado preocupações com relação ao conteúdo de mercúrio das lâmpadas utilizadas em sistemas convencionais de desinfecção com

ultravioleta (UV).

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