FIESP incentiva produção + limpa

A Semana da Produção+Limpa, que a FIESP-CIESP – Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo e a FISP – Faculdades Integradas de São Paulo estão organizando, com o apoio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente de São Paulo, reunirá durante cinco dias representantes do governo, empresariado, entidades ambientalistas para discutir sobre técnicas de produção, enfatizando os aspectos da prevenção à poluição.

O evento, que será realizado de 22 a 26 de julho, tem o objetivo de disseminar o conceito de produção mais limpa como meio para um efetivo gerenciamento ambiental, para alcançar a minimização de resíduos e a economia de insumos como energia e água, além de matérias-primas.

A abertura da semana, no dia 22, às 17 horas, será na FIESP, na Avenida Paulista, 1.313, com uma mesa-redonda sobre Produção+Limpa. As inscrições para participar do evento podem ser feitas pelo telefone (0xx11) 3549-4499, fax (0xx11) 3549-4570 ou pelo e-mail atendimento@fiesp.org.br. Não será cobrada taxa de inscrição.

Nos dias 23 e 24 de julho, a Primeira Conferência Paulista de Produção+Limpa, será apresentada no auditório das Faculdades Integradas de São Paulo, na Rua Engenheiro Isaac Milder, 355, no Morumbi. O número de vagas é limitado e os interessados poderão fazer a inscrição pelos telefones (0xx11) 3030-6657, 3030-6481 e 3030-6581, ou pelo e-mail: mesapaulistapml@cetesb.sp.gov.br. A taxa de inscrição é de R$ 120,00, até o dia 28 de junho, e de R$ 150,00, após essa data.

No dia 25, também nas dependências da FISP, haverá duas sessões de palestras: às 8h30, com Mary Ann Curran, da USEPA – United States Environmental Protection Agency/Ohio, que falará sobre Análise de Ciclo de Vida; e às 14 horas, com Chuck Kent, representante da USEPA de Washington, que abordará o tema Políticas Públicas para Promover a Produção+Limpa.

No dia 26, ainda na FISP, às 14 horas, haverá uma apresentação dos conceitos de Produção+Limpa, com os consultores Elie Politi e Duvivier Jr.

Fonte: Ascom Gov. de São Paulo.

Greenpeace denuncia crimes corporativos

O Greenpeace lançou na Semana do Meio Ambiente um complemento do relatório “Crimes Corporativos”,com 17 casos de crimes corporativos no Brasil. A iniciativa tem como objetivo divulgar informações sobre crimes corporativos de maneira simplificada para o público em geral e estimular o debate acerca da necessidade de criação de dispositivos legais nacionais e internacionais de regulamentação sobre responsabilidade corporativa.

Segundo o Greenpeace um aspecto importante dos casos apresentados diz respeito à postura das empresas quanto às normas de meio ambiente e saúde. Em países em desenvolvimento, como o Brasil, essas leis são mais brandas em relação às adotadas nas sedes localizadas em países desenvolvidos e, por vezes, são até mesmo ignoradas. Esses casos mostram que mercados globais permitem que grandes corporações pratiquem duplos padrões, se aproveitando de leis fracas para economizar nos custos e maximizar o lucro.

“Empresas estatais e de capital nacional também cometem faltas graves de conduta” afirma a nota do movimento. Segundo os dados “no Brasil, o caso da siderúrgica Gerdau, grupo multinacional de origem gaúcha, ilustra o desrespeito e o duplo padrão adotado pela companhia em seu próprio país. Depois de ser denunciada pelo Greenpeace em janeiro de 2001, a Gerdau desqualificou o relatório técnico da organização e durante mais de cinco meses negou ser fonte da contaminação por PCBs (bifenilas policloradas). Somente quando o Greenpeace apresentou documentos oficiais do Canadá, onde a Gerdau monitorava voluntariamente, a mais de um ano, as emissões de dioxinas e furanos em sua unidade, a empresa iniciou um processo de negociação mais digno”.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Greenpeace

Ações ambientais da VW

Na Semana do Meio Ambiente, a Volkswagen tem duas razões para comemorar. No dia 6, o Parque Ecológico de São Carlos e a VW inauguraram um recinto para abrigar o Condor Andino, ave ameaçada de extinção. A empresa também está renovando uma parceria com a Escola Estadual “Antônio Militão de Lima”, para educação ambiental de crianças. Na opinião do gerente da fábrica, Frank Sowade, “não basta adotar uma gestão dentro da fábrica, é importante disseminar os conceitos de preservação ambiental. É uma obrigação de todos, pois garante a qualidade de vida das próximas gerações”, completa.

O projeto do novo recinto segue as tendências modernas de zoológicos no mundo, que procuram reconstruir da melhor forma possível o ambiente do animal e facilitar a visualização de visitantes e pesquisadores.

Pfizer

Em comemoração ao “Dia Internacional do Meio Ambiente” a Pfizer realizou uma série de ações de educação ambiental em sua unidade fabril em Guarulhos (SP). O objetivo da empresa é conscientizar a comunidade e seus funcionários sobre a importância e necessidade da adoção de hábitos que podem contribuir para a preservação do meio ambiente.

Durante a semana, está sendo apresentada aos funcionários da Pfizer uma técnica de reaproveitamento de resíduos alimentícios, em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente de Guarulhos. Também voltada para a educação ambiental, será exibida a peça infantil “Criança Inteligente faz o Lixo Diferente”.

Com uma linguagem simples e divertida, o grupo Panorama Teatral vai apresentar os conceitos de reciclagem e mostrar a sua importância para a preservação do meio ambiente.

Indústria têxtil

Em sintonia com as modernas ações mundiais de preservação do meio ambiente, a Associação Brasileira da Industria Têxtil e de Confecção (ABIT) dará início a um abrangente e detalhado inventário ambiental do setor. A solenidade de lançamento será realizada no próximo dia 11 de junho, na sede da ABIT (rua Marquês de Itu, 968, Higienópolis), e reunirá empresários, executivos da área ambiental, e também a gerente especial da APEX – Agência de Promoção de Exportações, Dorothéa Werneck. “Isso demonstra que a indústria têxtil e de confecção não tem poupado esforços para assegurar o desenvolvimento industrial sustentável”, afirma Paulo Skaf, presidente da ABIT.

Além de fornecer informações para o mercado e implementar ações de “produção mais limpa”, com o inventário o setor ganha ainda mais competitividade nas exportações, já que internacionalmente os cuidados com o meio ambiente são fatores fundamentais.

Parque ecológico

O Parque Ecológico de São Carlos é um dos maiores zôos do interior paulista. Ali vivem 600 animais da fauna brasileira, num total de 91 espécies, em uma área de 64 hectares. Além da obra do Condor, a VW tem outras parcerias com o Parque. Em 1996, a empresa financiou a construção de um espaço para um casal de ucamaris, são de R$ 900 mil por ano na Fábrica de Motores.

O condor, que tem um metro e dez de altura e cuja envergadura é de três metros, vai viver em uma área de 18 metros de comprimento, nove de profundidade e nove de altura. “A ave, da qual possuímos um espécime, é extremamente importante para o ecossistema, pois limpa os locais onde vive”, explica o diretor do Parque, o biólogo Fernando Magnani. “Apesar de alimentar-se de carne, ele não caça outros animais, preferindo viver de carniça”.

O habitat natural do condor é a América Andina, mas ele também pode ser visto eventualmente no Mato Grosso e Rondônia.

Leave a Reply

Your email address will not be published.