
A divulgação de estudos realizados por especialistas estado-unidenses sobre os efeitos preventivos da ingestão diária de água tratada na diminuição dos riscos de doenças coronarianas dá uma nova matiz à valorização desse insumo. Se além de essencial à manutenção da vida no planeta, fundamental na maioria dos processos biológicos e econômicos ela ainda funciona como um poderoso preventivo para um dos males que mais causa mortes no mundo, deve ter seu valor cada vez mais ampliado.
Não é por acaso que os especialistas e representantes de governos que se preparam para debater na Rio + 10, na África do Sul, vêm dando destaque a este tema. É é importante perceber que a água está no centro dos debates seja sob o ângulo que for. Por isso cresce a expectativa, a ansiedade e a busca cada vez mais incessante de informações sobre as suas várias nuances.
Nós da Águaonline estamos satisfeitos de termos iniciado, há dois anos, modestamente, nossa cruzada. E termos amealhado, nesse período, uma legião de leitores e parceiros que vêm percorrendo conosco essa trilha. E podermos continuar oferecendo, a cada semana, o que de melhor pudermos encontrar em termos de informação.
Boa leitura!
Cecy Oliveira – editora
A Vez dos Leitores
Esgoto na irrigação
Fiquei vivamente interessado com a possibilidade do uso do esgoto doméstico para fins de irrigação, poupando água potável e não agredindo o meio ambiente, gostaria de saber o e-mail dos pesquisadores das duas universidades para, para inquiri-los da possibilidade de usar esta nova tecnologia em minha pequena chácara, contribuindo para um melhor planeta do amanhã. Saudações.
Samuel Lauro de Castro
Águaonline
Tenho recebido todas as edições da Águaonline e tenho aproveitado muito em minhas aulas com os alunos do 3º grau na disciplina Saúde e Meio Ambiente, imprimo sempre um exemplar e também expomos no mural da sala para que possam ler além de debater as matérias publicadas. Parabéns aos editores por essa iniciativa e agradeço também pelo envio periódico. Um abraço a todos.
Maria Cristina de Melo
Em defesa do Meio Ambiente
Moro em uma área muito verde cheias de cachoeiras e florestas mas o maior problema são as construções às margens das cachoeiras. São todas irregulares os esgotos são jogados dentro das cachoeiras. Há muitas ligações clandestinas de água e as pessoas jogam lixo como garrafas de plástico, latas, pneus, sacos plásticos, animais mortos e etc… Águas das nascentes são desviadas para piscinas que ao encherem trasbordam e vão para as valas negras. Temos um rio que só vive mudando de cor pois temos uma fábrica que há 10 anos vem poluindo esse rio com tinta de tecidos e as autoridades do município não tomam decisões. O lençol freático está contaminado. Nós só temos água de poços que estão contaminados por ferrugem temos que colocar 100 ml de água sanitária para cada 1000 l de água para bebermos. Enquanto isso as cachoeiras estão servindo para canal de esgoto. Só um órgão competente para nós ajudar pois os governantes não tomam uma decisão por causa dos votos. Estamos morrendo aos poucos. Espero que nos ajudem para que possamos viver com dignidade.
Rita de Fátima Alencar – Duque de Caxias – RJ
Controle da natalidade
Excelente a matéria Pegada Ecológica divulgada neste site da revista. Como professor na área de gestão ambiental na FECAP/SP, reitero total apoio ao posicionamento, aproveitando o ensejo para levantar uma questão que já sabemos ser de caráter polêmico. Não está na hora de desencadear um processo de controle da natalidade, promovendo-se uma drástica redução no número de filhos por casal?
Considerando-se que os recursos disponíveis já são insuficientes e, a tendência é observarmos que daqui para frente ocorrerá uma permanente redução na qualidade de vida para a maioria das pessoas, principalmente nos países pobres?
Carlos Pinto de Novaes – cnovaes@fecap.br
Triturador
Parabéns pelo site e pela qualidade das matérias, todas bastante esclarecedoras. Cheguei até ele depois de ter a curiosidade de compreender porque nos EUA (estou morando aqui temporariamente) as casas possuem um triturador na cozinha. O resultado é que o lixo é recolhido apenas uma vez na semana, praticamente apenas material reciclado. O que não é reciclado é enterrado e eles têm até uma pequena geradora de energia elétrica que funciona com o metano produzido. Nunca vi baratas ou ratos por aqui enquanto no Brasil o que mais existe é lixo apodrecendo nas ruas. O uso do triturador não reduziria a necessidade de coleta? Quais seriam as limitações para o seu uso em larga escala? O tratamento do esgoto deveria ser alterado para atender isso? Parece-me que não, uma vez que haveria apenas aumento de volume, não necessariamente diferença no tipo de esgoto gerado. Por favor, alguém poderia me esclarecer a situação? Muitíssimo obrigado.
Davi Castro – davi@turma-aguia.com
Lixo tóxico
O caso da falta de coleta para lixo tóxico é preocupante, mas fico muito feliz em saber que no nosso país, há cidades como Curitiba, que são exemplos para municípios
do mundo inteiro que ainda não possuem esse recurso e que deveriam passar a ter. Que bom que nós ainda temos uma pontinha de esperança! Gostaria de aproveitar para parabenizá-los por esse trabalho, o qual nos faz alimentar ainda mais nossa esperança e incentiva-nos a lutar por um meio ambiente melhor. Obrigada.
Ana Maria Percebom, 16 anos, Mogi-guaçu-SP
Mico do Ibama2
Primeiramente gostaria de reiterar que nada tenho contra aos meus colegas de formação superior independente de suas áreas de conhecimento. O que sou radicalmente contra é a forma como este concurso está sendo conduzido. Acredito que a incorporação aos quadros do Ibama de profissionais como advogados, psicólogos, matemáticos, artistas, economistas, contabilistas etc, é de fundamental importância para o bom funcionamento da estrutura Administrativa da instituição (como qualquer empresa de sucesso), pois se houvesse somente biólogos, agrônomos, oceanógrafos, ecólogos e áreas afins certamente a operacionalidade da instituição estaria seriamente comprometida. A contratação, em meu ponto de vista, deveria ser por área de atuação assim a abertura de uma vaga para advogado seria preenchida por um especialista em direito ambiental, para a vaga de matemático o candidato deveria possuir conhecimentos em bioestatística e biomatemática, os artistas poderiam trabalhar no regaste das tradições culturais de comunidades tradicionais e assim sucessivamente.
Edmilson Rui – edmilson@lnls.br
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