
Tudo começou com as bactérias, há cerca de dois bilhões de anos. O oxigênio emitido por elas provocou, em contato com a luz do sol, a formação de uma fina camada de ozônio que filtra os raios ultravioleta. Uma espécie de óculos de sol, que retém 99% dos raios.
A ausência dessa proteção poderia causar a extinção da população de plânctons, por exemplo. O ser humano estaria sujeito a doenças de pele, como o câncer e todos os sistemas reprodutivos e imunológicos na biosfera seriam afetados.
Eis que surgiram os vilões da história: os clorofluorcarbonos, mais conhecidos como CFC ou freon, presentes em embalagens de spray, refrigeradores e aparelhos de ar condicionado. Quando liberados, eles dispersam até a estratosfera e destróem o ozônio.
Quase duas décadas se passaram até se chegar a um acordo sobre o tema. Em 1987, representantes de vários países se reuniram no Canadá e assinaram o Protocolo de Montreal, com medidas para estancar o processo.
Fonte: http://www.riomaisdez.org.br/oquee_camada.htm
Poder de destruição
Para se ter uma idéia, cada radical livre desse grupo é capaz de destruir 100 mil moléculas de ozônio. Em 1970, quando se descobriu tudo isso, o rombo já era grande.
Abolição
Vários países, inclusive o Brasil, aboliram o uso do CFC, através de medidas drásticas ou políticas graduais.
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